3 dicas para investir na sua reserva de emergência

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Você sabia que a reserva de emergência também pode ser usada para obter rendimentos? Para saber mais sobre isso, confira a seguir como investir de maneira apropriada!

Estar minimamente preparado para situações de imprevistos é essencial para todos que almejam ter mais segurança na vida e, é justamente neste ponto, que entra a reserva de emergência. 

O objetivo dessa reserva não é aumentar a rentabilidade das suas finanças, mas ser a tábua de salvação em momentos críticos. 

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No entanto, nada impede que esse dinheiro seja investido de maneira inteligente para proporcionar rendimentos, além de evitar perda de valor mediante a inflação se estiver parado na poupança. 

Contudo, algumas variáveis precisam ser analisadas na hora de escolher o melhor investimento para esse dinheiro.

Quando você opta, por exemplo, por uma aposentadoria privada pensando no futuro, precisa analisar vários aspectos como regime de tributação, escolha do plano, taxa de carregamento da  previdência, entre outros, certo?

Da mesma forma acontece com o investimento para reserva de emergência. É preciso analisar com cuidado pontos importantes na hora de escolher a melhor forma de investir.

Continue sua leitura e saiba quais são esses aspectos, além de entender melhor o conceito de reserva de emergência. De bônus, confira 3 dicas de investimentos ideais. 

O que é uma reserva de emergência?

Antes de mais nada, vale aqui entender melhor o conceito de reserva de emergência. Como o próprio nome sugere, se trata de uma quantia em dinheiro que é separada para prover ajuda em momentos de imprevistos. 

Não existe uma quantia exata para o montante dessa reserva, o valor deve ser aquele que você considerar adequado e possível mediante as suas necessidades. 

No entanto, existe um consenso entre especialistas sobre finanças de que, o mais próximo ao ideal, seria um valor que pudesse custear suas despesas por no mínimo 6 meses.

Outro ponto importante é entender o propósito da reserva de emergência e segui-lo à risca, não usando esse dinheiro para momentos que não correspondem a uma real urgência. 

Usar a reserva de emergência para pagar um imposto (que você sabe antecipadamente que será cobrado), fazer a viagem dos sonhos ou comprar uma televisão nova que entrou em promoção, não é emergência e esse tipo de atitude poderá deixar você vulnerável em momentos de verdadeira necessidade. 

Saiba o que analisar na hora de escolher um investimento para sua reserva de emergência

Antes de escolher um investimento para sua reserva de emergência, é preciso que você considere esses três pontos importantes: liquidez, risco e previsibilidade.

Se o objetivo da reserva de emergência é que ela seja utilizada em momentos de necessidade, é importante que o investimento escolhido permita que o dinheiro seja retirado rapidamente. 

Investimentos com alta liquidez possuem regras que possibilitam o saque do dinheiro a qualquer momento sem que haja perda significativa do valor. 

Quando falamos de um dinheiro tão essencial como o da reserva de emergência, é preciso ter em mente que ele não pode ser tratado como uma aposta em que se pode perder tudo. 

Aqui entra a análise do risco, e por risco entende-se o grau de incerteza sobre a rentabilidade do dinheiro. Justamente por isso, é importante escolher um investimento de baixo risco.

Para concluir, a previsibilidade é o que permite ao investidor ter uma previsão de quanto o dinheiro pode render e em quanto tempo. Tendo essa informação, fica mais fácil montar uma reserva que esteja de acordo com seus gastos. 

Onde investir a reserva de emergência?

Com base nas características citadas anteriormente, separamos 3 investimentos que podem ser ótimas opções para você investir sua reserva de emergência:

Tesouro Selic 

Os títulos do Tesouro Nacional estão entre os investimentos mais seguros, pois são garantidos pelo Governo Federal. 

Dentre eles, o mais indicado para o investimento de uma reserva de emergência é o Tesouro Selic, visto que os demais títulos sofrem marcação a mercado, o que pode ocasionar perdas em caso de resgate antecipado. 

Nesse investimento, sua reserva de emergência irá render de acordo com a taxa básica de juros e poderá ser resgatada em qualquer momento. 

CDB com liquidez diária 

O CDB – Certificado de Depósitos Bancários – é emitido por bancos e possui características variadas de prazos, rentabilidade e liquidez. No entanto, para que você possa resgatar o dinheiro no exato momento em que precisar, é necessário escolher um CDB que ofereça liquidez diária. 

Em geral, os CDBs com liquidez diária são pós-fixados e seguem a taxa CDI (Certificado de Depósito Bancário).

Esse investimento apresenta a cobertura do FGC – Fundo Garantidor de Crédito – e em caso de falência e calote do emissor, esse fundo remunera o investidor em até 250 mil reais por CPF ou CNPJ. 

LCI e LCA com liquidez diária 

LCI – Letra de Crédito Imobiliário – e LCA – Letra de Crédito do Agronegócio – são títulos de renda fixa do setor privado. 

A taxa de rentabilidade e seu funcionamento se assemelham ao CDB, sendo igualmente coberto pelo FGC. Porém, esses títulos de renda fixa possuem um diferencial bastante atrativo, que é a isenção de tributos do Imposto de Renda, tornando os rendimentos brutos iguais aos líquidos. 

É preciso ressaltar ainda que nessa aplicação existe um prazo de carência, cujo tempo mínimo de investimento é de 90 dias. 

Para concluir, além do que já foi mencionado até aqui, algumas outras questões precisam ser levadas em conta na escolha do investimento, como: condições do mercado, aporte mínimo, custos operacionais e toda e qualquer informação que enriqueça seu conhecimento nesse sentido e te deixe mais seguro (a) para escolher o investimento ideal. 

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