A jornada para a nuvem e os pilares para transformar-se digitalmente

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Por Marcos Tadeu, gerente de engenharia de sistemas da Veritas Brasil

A digitalização dos negócios não é mais uma opção, mas sim uma obrigação para empresas que desejam se manter relevantes e ativas no mercado. Não importa qual o setor de atuação, hoje, é preciso contar com a tecnologia para suprir as necessidades internas e externas, e para manter o cliente satisfeito, engajado e ativo. Se o cenário já demonstrava essa necessidade, nos últimos meses, com a pandemia do novo coronavírus, ficou clara a urgência de investir em tecnologia de ponta como impulsionador de negócios. A questão, agora, é entender o que precisa ser feito ou melhorado. Um bom começo é a adoção de serviços e infraestruturas de nuvem.

Atualmente, há um movimento importante de empresas de todos os setores na adoção dessa tecnologia para armazenamento de dados e execuções de aplicações nos negócio. Segundo estudos recentes, o uso da nuvem cresceu em empresas de todos os portes no Brasil. Para o armazenamento de arquivos, por exemplo, 54% das grandes empresas já utilizam a tecnologia, enquanto 48% das médias e 36% das pequenas também apostam na computação em nuvem. É preciso considerar, no entanto, que o seu uso requer cuidados específicos.

Para assegurar a continuidade dos negócios, a disponibilidade das aplicações e, claro, a otimização de custos, além da adoção de nuvem, é mandatório o uso de soluções do tipo Software Defined Storage (SDS) atreladas ao gerenciamento de alta-disponibilidade e orquestração de cargas de trabalho integrada. Essas soluções ajudam as companhias em uma maior previsibilidade de desempenho e trazem flexibilidade para o armazenamento através de políticas pré-definidas e automatizadas, contribuindo para um controle de custos eficiente, atrelado à performance correta para cada tipo de demanda.

Um estudo recente da Veritas mostrou que, globalmente, a otimização de custos, a adaptabilidade para a nuvem e a resiliência estão entre as prioridades dos CIOs de grandes empresas. Com o uso de soluções de SDS, é possível atender a essas necessidades, além de promover estabilidade e agilidade à operação. Imagine como estaríamos desde o início da pandemia, que ainda passamos, se fossem observadas constantes instabilidades no seu internet banking, nos aplicativos de entrega, nos serviços de streaming e nos comércios eletrônicos. Pelo lado do consumidor, é quase impossível pensar em passar meses de confinamento e restrições de locomoção sem esses serviços.

Agora, imagine pelo lado do varejista, da instituição financeira, da indústria do entretenimento, entre outras empresas Para eles, não basta existir, mas também é fundamental proporcionar um serviço ágil, seguro, eficaz e ininterrupto ao consumidor – tudo isso a um custo viável. As soluções de Software Defined Storage contribuem em muito para isso ao trazer flexibilidade, mitigar falhas e abstrair complexidades e limitações das infraestruturas, sejam elas em cloud ou on-premise. Além disso, reduzem custos e proporcionam mais agilidade aos negócios.

Para empresas digitais ou que estão no processo de transformação digital, o uso da nuvem já é um padrão. O momento atual é de descoberta de como utilizar todo o potencial dessa tecnologia, inclusive, na escolha da estrutura e do provedor mais adequados para cada caso. As soluções de SDS oferecem maior flexibilidade para que o cliente transite entre nuvens de diferentes provedores com segurança, por meio do espelhamento e replicação de dados. O mesmo para modelos híbridos de adoção, com a movimentação de dados e aplicações entre ambientes on-premise e multicloud. Além disso, possibilitam gestão de múltiplas nuvens de forma integrada, atendendo às necessidades específicas de cada negócio, viabilizando a transição entre diferentes nuvens com facilidade e possibilitando, assim, a adoção de qualquer nova tecnologia.

Seja na transição de servidores físicos e áreas de armazenamento para a nuvem, ou entre provedores, soluções de SDS são necessárias para que as empresas sigam o caminho da digitalização sem intercorrências e proporcionando, sempre, agilidade, segurança e disponibilidade aos usuários finais, sejam eles internos ou externos. Tomando como base as especificidades de cada negócio, essa tecnologia viabiliza a amplificação de todo o potencial da nuvem através de uma maior abstração da infraestrutura e melhores oportunidades para um crescimento exponencial das organizações.

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