A quarentena avançará um degrau na evolução tecnológica

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Fabiano de Abreu/ Foto- MF Press Global

Fabiano de Abreu acredita que na atual conjuntura damos um salto na evolução tecnológica

O filósofo, psicanalista e especialista em estudos da mente humana, Fabiano de Abreu que é membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo com sede na Inglaterra, publicou a sua mais nova teoria em que, na atual conjuntura de acontecimentos nesta cenário atual, daremos um grande salto na evolução tecnológica. Confira o seu texto:

“As pessoas estão conectadas à internet em todo mundo. No Brasil e nos Estados Unidos o Whatsapp é o campeão de acessos e logo em seguida vem o Instagram. Já na Europa o Messenger do Facebook e o Facebook é o mais acessado. Google, apps, sites de compras e de notícias estão no cotidiano da maioria das pessoas.

Mas será que sabemos mesmo usar a internet como um mecanismo de marketing pessoal ou comercial? Ou a internet é apenas um meio de distração e onde nós afogamos na inutilidade das informações? Quantos de nós a usam com um propósito útil, funcional e enriquecedor?

Abreu, é reseller da Intel há 15 anos atrás começou seus trabalhos também com especialidade em hardware.

Este período de quarentena está a fazer crescer o número de usuários da plataforma e, por outro lado, quem já a utilizava com frequência, está se incorporando ainda mais neste mundo conectado, definindo-o à sua necessidade.

A quarentena revelou que, os países onde às pessoas estão mais conectadas à internet não apenas como usuários mas também como meio de trabalho, tiveram menores índices de contaminação.  Além disso, se adaptaram melhor ao momento já que, o confinamento é uma realidade com a qual lidam  frequentemente.

A indústria da tecnologia se irá transformar! Com cultura da internet muito mais enraizada, irá dedicar-se com maior intensidade em todos os mecanismos online e isso promoverá a evolução tecnológica com base na internet e toda a sua plataforma.

Seremos “quase máquinas” ligados de corpo e alma à internet? Seremos como aqueles personagens dos filmes de ficção que mostram o futuro no qual, usaremos uma retina artificial nos olhos, teremos corcunda na coluna cervical, com dedos polegares maiores e faremos sexo virtual?

Definitivamente a quarentena será um período de ruptura na nossa forma de enxergar o mundo. O indivíduo terá duas versões: o seu eu real e o seu eu virtual. No entanto, quem sabe, a implementação mais definitiva do nosso eu virtual não trará mais vantagens aos nosso eu real? A possibilidade de realizar diversas tarefas no mesmo espaço, em casa por exemplo, dá-nos a possibilidade de poupar tempo e assim investi-lo em algo que realmente nos motive.

Como seremos e o que teremos implantado não tenho uma certeza exata. Com excessão da coluna que já é notório nos jovens. Mas uma coisa é certa: seremos muito mais internautas como cliente e como empreendedores cibernéticos.”

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