A Engaje! já tem oito anos de mercado e desde o princípio adota este modelo inovador, ao qual algumas agências começam a aderir, mas ainda em esquema part time

Em 2011, Adriana Rodrigues decidiu que era hora de investir sua expertise em comunicação corporativa, reunida ao longo de 20 anos, em muitas das maiores agências de comunicação do mercado brasileiro, em prol de sua própria empresa. Assim, surgia a Engaje! Comunicação. Depois de algum tempo trabalhando solo, percebeu que era hora de expandir dada a demanda de outros clientes que chegavam por indicação e decidiu apostar numa forma de trabalhar pouco usual à época, o home office.

“Eu tinha a disponibilidade de alguns trabalhos pontuais, como a divulgação de festas ligadas ao Carnaval, que tinham data para começar e para acabar, então, acreditei que o melhor seria contratar um profissional sênior que desse conta do recado, com a experiência necessária para me acionar em momentos oportunos”, conta Adriana.

Pouco tempo depois, Guilhermo Benitez fechou sociedade com Adriana e os dois somaram forças para atender clientes das mais diversas áreas e veio a necessidade de contratação de mais profissionais, não apenas temporários. “Neste momento optamos por persistir no esquema de trabalho remoto que se mostrou acertado em outras ocasiões. Não acreditamos que o profissional precise ser monitorado em um espaço físico porque, de qualquer forma, se não houver trabalho também não haverá resultado”, conta Benitez.

Adriana acrescenta que, apesar de dia após dia, este se mostrar um modelo de sucesso, havia um pouco de resistência por parte de alguns prospects que achavam a ideia um pouco ousada demais: “muitos acreditam que não se rende ao trabalhar de caso, mas isso é um mito, é tudo uma questão de organização pessoal e responsabilidade”, explica.

Para ela, contudo, o home office não é um esquema de trabalho que contempla todo tipo de profissional.

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