As melhores estratégias para cada rede social

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Facebook, Instagram, Twitter: cada rede social ocupa um espaço na internet que abriga milhões de usuários. Toda empresa deve marcar presença nesses locais para ser vista e ter credibilidade, além de ser um possível canal de vendas. Mas o marketing digital requer planejamento e conhecimento que, muitas vezes, as marcas não possuem sozinhas.

São os profissionais da área que trazem respostas sobre esses locais tão disputados. Esse é o caso de Felipe Carvalho, Sócio-Diretor de Inbound Marketing e Inovação da agência full service Raccoon.

Para começar, o especialista comenta que uma série de decisões precisam ser tomadas. “O propósito é ter conversão? Reconhecimento de marca? Tráfego para outro canal?”, explica. “Só depois de definido o objetivo é hora de olhar para o público e adequar a comunicação para a rede social em questão”, conta Felipe. A partir daí, explica, vem a escolha de conteúdos, formatos e até as ações com influenciadores. Após essas primeiras definições, em seguida, é importante manter uma frequência e presença nas postagens, inclusive com impulsionamentos pagos que costumam ser baratos nas redes sociais. Por fim, monitorar o que falam nos canais da marca e fora deles é importante para gerar insights criativos, então deve-se ter métricas e ferramentas para fazer o acompanhamento.

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Tudo isso vale para qualquer situação, mas dentro de cada local a estratégia vai mudar. Para exemplificar na prática, Felipe fala aqui especificamente sobre três grandes redes e quais são as estratégias mais aplicadas em cada uma nos últimos tempos.

“O Facebook é um ótimo exemplo de mudança na estratégia. Recentemente, ele vem apostando mais em comunidades e grupos. Marcas podem aproveitar esse foco para criar sua própria comunidade, explorar esse canal, oferecer conteúdo exclusivo e deixar que os membros se expressem com mais liberdade”, afirma.

A dica é especialmente interessante por se diferenciar do perfil individual de muitas outras redes, como é o caso do Instagram. “Conforme foi informado pelo recente posicionamento do CEO Adam Mosseri, o Instagram vai assumir um caráter mais voltado para o entretenimento e para conteúdos em vídeo. É possível ver a força que os reels têm dentro da plataforma, então explorar esse formato, criar e co-criar com influenciadores é essencial”, aponta o especialista.

Para o Twitter, a palavra é velocidade. “O Twitter é uma rede do momento, tem que ser ágil para identificar um trending topic e criar algo em cima, aproveitar o buzz de certos assuntos e surfar na onda. O que é hype hoje pode não ser amanhã”. O executivo também explica que essa rede tem bastante potencial de interação, razão pela qual algumas empresas a usam como um canal de SAC. “Isso pode aproximar ainda mais a marca do usuário, mas para que funcione é necessário ter um community manager – profissional que gerencia as comunidades e redes sociais, fazendo interações e representando a forma como a marca fala –  na estratégia”.

Dúvidas frequentes

Mitos e verdades se confundem nas experiências de quem tenta alcançar bons resultados pelas mídias sociais sem acompanhamento especializado. Conteúdos podem ser reutilizados em diferentes sites? Existe uma rede melhor para investir acima das outras? As ações online têm impacto no offline?

Felipe oferece as respostas para essas e outra pergunta muito comum: qual a melhor rede social?

“Depende! Cada rede social tem sua especificidade e entregas diferentes de conteúdo, interação e engajamento. A melhor rede social para uma boa estratégia de digital é aquela que vai de encontro com o objetivo que sua marca tem, com o público que ela quer atingir e dialogar”.

Ou seja, para isso não há resposta fácil. Entretanto, Felipe explica que os limites e diferenças não são sempre muito rígidos, mas que dependem muito mais da empresa e do que será veiculado. “Não há uma delimitação como ‘se você for B2B tem que estar no Linkedin e se for B2C tem que estar em outras redes’, isso é um mito”.

A linguagem, de fato, deve ser adaptada para cada espaço, mas não é o único determinante do lugar que uma marca deve ocupar. Existem outras maneiras de usar e interagir com esses espaços digitais.

Por exemplo, as redes sociais oferecem a possibilidade de praticar social listening, ou escuta social. “Social listening é uma estratégia que acompanha o que é falado da marca na internet, e traz insights para ações tanto no on quanto para serem desdobradas no offline”, Felipe indica. Nesse caso, o uso das redes não diz respeito a produção de conteúdo, mas a monitoramento e reação. Dependendo do que for descoberto a partir disso, a empresa pode elaborar ações como ativação de marca, lançamentos de serviços ou algo para controle de imagem, se surgirem problemas e reclamações.

Portanto, além de conteúdos e formatos serem variados, a relação entre marcas e redes sociais pode ser aplicada de maneira singular para cada empresa e não apenas seguir o que é mais popular no momento.

De qualquer maneira, estar nas redes é essencial para qualquer negócio. “Ter uma presença digital é ser visto e ser lembrado. Quando quiserem saber o que sua marca faz, quem você é e o que oferece, as pessoas buscarão no online as respostas para essas informações. Sendo assim, ter uma estratégia digital é garantir que seu nome esteja chegando para mais pessoas, além de, claro, gerar conversões vindas do digital, já que cada vez mais estão facilitando a jornada de conversão online do usuário”, conclui Felipe.

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