Como uma fintech israelense está mudando o cenário de créditos no Brasil

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Diante da retomada – ainda que tímida – da economia brasileira após dois anos marcados pela pandemia, a confiança financeira dos consumidores parece estar aumentando. Segundo uma pesquisa do Serasa Experian, no primeiro semestre de 2021 a procura por créditos cresceu 26,2% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Mais do que nunca, o consumidor busca opções acessíveis de crédito que não o levem a uma dívida maior no futuro. E esse é o público-alvo da Innovative Assessments, fintech israelense que atua em conjunto com os principais bancos tradicionais e fintechs no Brasil.

Por meio do rápido questionário psicométrico Worthy Credit (“Digno de Crédito”, em tradução livre), é gerado um perfil baseado na confiança através de dados que referendem a previsibilidade de inadimplências de empréstimos e pagamentos. A plataforma funciona como uma informação adicional aos bancos.

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“Se a população não consegue o crédito de um banco, tentará obtê-lo por meio de empréstimos com taxas de juros muito mais altas. Portanto, nós os ajudamos a obter crédito mais acessível e economizar dinheiro”, explica Roey ShochatCRO da IA. Com o Worthy Credit, a israelense ajuda o consumidor a ter acesso a crédito com taxas acessíveis, podendo economizar mais sem colocar em risco suas finanças.

A taxa de aprovação de créditos da maioria dos credores é de aproximadamente 20%. Com a aplicação da plataforma, é possível aumentar esse índice para 25%. Globalmente, mais de 1,5 milhão de usuários já preencheram o questionário que, com o uso da ciência da psicometria, pode contribuir para diminuir em até ⅓ a taxa de inadimplência.

Para o CEO da fintech, Saul Fine, um ponto de atenção no cenário brasileiro é a grande parcela da população considerada desbancarizada: são 34 milhões, quase ⅓ da população adulta de acordo com o Banco Mundial. Para estas pessoas, as solicitações de empréstimos tornam-se uma tarefa praticamente impossível, já que as pontuações de créditos tradicionais são baseadas puramente em dados de histórico financeiro.

“Muitas das solicitações de créditos negadas são por conta do solicitante ser desbancarizado ou por falta de histórico de crédito. Queremos promover a inclusão dessas pessoas no sistema financeiro, atuando em conjunto com os bancos e fintechs como uma etapa adicional no processo de crédito. Já auxiliamos centenas de milhares de brasileiros, e esse é só o começo”, conclui Fine.

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