Criação de sistemas: 5 dicas para não errar

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A análise e desenvolvimento de sistemas é uma área que tem como objetivo trazer soluções informatizadas, criando softwares, aplicativos e até bancos de dados.

A tecnologia se tornou nossa aliada com o passar do tempo e hoje contar com ela é uma necessidade para que o dia a dia se torne mais prático, fácil e produtivo.

Antigamente, as empresas, por exemplo, lidavam com sua rotina de maneira 100% manual, o que abria brecha para muitos erros. Mas, nos dias atuais, muita coisa pode ser automatizada.

Além de evitar erros, principalmente matemáticos, a rotina se tornou melhor e mais simples. 

Muitas tarefas manuais foram automatizadas, o que possibilitou que os colaboradores pudessem se concentrar em coisas mais importantes para a companhia.

Só que não foram apenas as empresas que se beneficiaram do desenvolvimento de sistemas, como também as pessoas. Todos os aplicativos que você usa no seu celular só existem porque algum profissional de sistema o desenvolveu.

No seu computador também existem muitas coisas que você usa e que só são possíveis porque a análise e desenvolvimento de sistemas evoluiu muito.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é criação de sistemas, como devem ser desenvolvidos e a importância desse trabalho.

O que é criação de sistemas?

A criação de sistemas é a projeção de soluções em softwares e hardwares que trabalham junto a um objetivo comum. 

As partes desse sistema possuem um papel previamente estudado e definido por um profissional da área, ou seja, um analista de sistemas.

No computador novo de uma escola, um sistema de gestão permite que os professores administrem a nota dos alunos, por exemplo.

Para que um sistema possa ser criado de modo a atender às necessidades dos usuários, cada elemento é pensado considerando algumas etapas, como o levantamento de requisitos.

Sendo assim, o analista analisa os requisitos e quais funções o software precisa desempenhar. 

Isso é feito enquanto ele está sendo desenvolvido, por isso, o profissional precisa dialogar com o cliente para conhecer o negócio e desenvolver funções que as atendam.

É necessário, também, analisar a viabilidade técnica e financeira desse sistema, assim como é feito quando da instalação de internet.

Tendo o escopo do software definido, o analista verifica quais recursos são necessários para seu desenvolvimento e quanto vai custar criar essa tecnologia.

Esse trabalho também pode envolver tarefas de programação e análise por parte de diferentes profissionais. Contudo, também pode haver a necessidade de programar.

Trata-se do desenvolvimento de aplicativos e softwares que auxiliam as empresas e as pessoas a realizarem tarefas de maneira mais rápida e prática, dentre os exemplos, podemos citar:

  • Aplicativos de banco;
  • Aplicativos de mensagens;
  • Sistemas de gestão;
  • Banco de dados.

Agora que você já entende o conceito da criação de sistemas, no próximo tópico, vamos mostrar como eles podem ser desenvolvidos. Confira.

Dicas para a criação de sistemas

Se você entrar em uma sala reunião pequena de qualquer empresa, vai perceber que é cada vez maior a necessidade de automatizar processos e serviços por parte das organizações.

Isso tem aumentado a procura por companhias e empresas especializadas no assunto, e se destacam aqueles que entendem bem sobre o processo de criação de sistemas. 

E suas etapas são:

1. Reunião com o cliente

A primeira coisa a ser feita é se reunir com o cliente para entender a sua necessidade. O analista precisa compreender o objetivo da criação do software e qual público será seu usuário.

Também é o momento de levantar os valores da organização, o que ela deseja passar e de que maneira o sistema será usado. O investimento necessário também será definido durante essa reunião.

Isso significa mostrar para uma gráfica de impressão de cartazes grandes o quanto ela precisa investir, quantas pessoas são necessárias para o desenvolvimento do projeto, além de serviços e ferramentas importantes.

O analista também vai expor as ideias iniciais, como funcionalidades e especificações, e o prazo para o desenvolvimento do sistema.

2. Especificar os requisitos

Sabendo qual a finalidade do software, podemos começar a pensar em como fazê-lo. É necessário escolher as tecnologias que serão usadas e a equipe necessária para a realização do trabalho.

Também é o momento em que escolhemos as tecnologias usadas, como JavaScript, Java, Net, dentre outras. É necessário definir esses aspectos nessa etapa para evitar contratempos.

Aliás, imprevistos como a necessidade de contratar alguém de última hora pode prejudicar até mesmo a reserva financeira para o desenvolvimento do sistema e o prazo estipulado para sua finalização.

A equipe precisa contar com um gerente de projetos, desenvolvedores e testadores. A quantidade de profissionais e suas funções depende do tipo de software que será criado.

Quando definimos as tecnologias necessárias para o desenvolvimento do sistema de uma fabricante de moleskine branco logo na primeira etapa do projeto, conseguimos montar uma equipe mais coordenada e que domine a linguagem aplicada.

3. Definir a metodologia

Metodologias ágeis são usadas porque proporcionam uma dinâmica melhor entre a equipe e mais qualidade no andamento do projeto.

Elas também garantem uma entrega parcial para o cliente, em outras palavras, cada etapa concluída é apresentada ao cliente para que ele possa fazer uma avaliação.

É nesse momento também que a arquitetura de funcionamento é definida, representando os componentes necessários. É como se fizéssemos um mapa de todo o processo de construção do sistema.

Dessa forma, o programa será executado de maneira correta e segura, atendendo ao objetivo proposto no início.

Se a arquitetura é bem feita, ela pode ser usada em projetos futuros, garantindo que outros trabalhos sejam mais ágeis.

4. Fazer reuniões

É importante, desde o início dos trabalhos, fazer reuniões para planejar tarefas, acompanhar processos e fornecer feedbacks.

Independentemente de ser um software criado para sistemas de sonorização de ambientes residenciais ou qualquer outra finalidade, as reuniões devem ser com toda a equipe, incluindo o cliente.

Com isso, é possível entregar partes do projeto e mostrar suas funcionalidades, o que permite manter o alinhamento com o objetivo final.

5. Criar um guia de andamento

O guia de andamento inclui as etapas pelas quais cada item precisa passar até que o sistema esteja totalmente criado. 

Dentre as principais temos a etapa de teste, que verifica a funcionalidade do software.

Quando o software para uma fabricante de resfriador de ar industrial estiver na etapa “pronto”, é preciso analisar se ele é responsivo, se passou em todos os testes e se está passando no ambiente de qualidade de código.

A etapa de homologação é quando o software está sendo usado e verificado e por fim a de produção é quando ele passou por todas as etapas anteriores e finalmente pode ser implementado para os usuários finais.

Não se esqueça de que todo software precisa de manutenção, portanto, esse processo também é importante para o bom desenvolvimento de sistemas.

Importância da criação de sistemas

As empresas produzem uma quantidade de informações cada vez maior, como no caso de uma que faz conserto de empilhadeira manual.

Esses dados precisam ser centralizados e gerenciados para que os processos operacionais, administrativos e gerenciais possam ser bem conduzidos. Mas, isso só é possível com um sistema corporativo sob demanda.

Esses softwares permitem que o gestor tenha total controle das atividades dentro da organização, e as informações obtidas com eles podem ajudar nos processos de tomadas de decisão.

No caso de um sistema ERP, por exemplo, os processos são conectados a uma única plataforma. 

Dessa maneira, procedimentos internos como fabricação, precificação, contabilidade, estoque, vendas e relacionamento com o cliente são beneficiados.

As áreas que serão incluídas no uso do software são escolhidas pela própria companhia enquanto a solução estiver sendo desenvolvida. Assim, elas serão compatíveis com o segmento de atuação da corporação.

Um software sob demanda pode parecer um investimento caro no início, mas os benefícios, como ganho de produtividade, compensam qualquer valor a ser pago.

Por meio dessa tecnologia, muitos processos se tornam mais simples e o negócio pode assumir novos rumos. 

Portanto, estamos falando de um investimento que gera competitividade para a corporação.

Conclusão

Uma empresa que não investe em tecnologia fica para trás, essa necessidade por si só já explica a importância da criação de sistemas.

São eles que facilitam o dia a dia das organizações de muitas maneiras, o que acaba por refletir no resultado do produto ou serviço.

Um software ajuda a aprimorar muitos procedimentos, que tornam a entrega de valor para o cliente ainda maior. 

Com isso, ele se sente mais satisfeito e quanto mais pessoas satisfeitas, melhor para a companhia e seus lucros.  

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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