Criada durante a pandemia, Fintech de meios de pagamentos atinge R$ 1 bilhão em transações

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O alinhamento da tecnologia com a inovação no ecossistema de finanças resultou em um mercado aquecido: o das fintechs. Segundo informações divulgadas pela plataforma de inovação aberta Distrito, o segmento mais do que dobrou de 2015 a 2021, saindo de 474 empresas para 1.174, um aumento de 247%. Diante deste cenário, o que não faltam são empresas que enxergam nessa tendência uma oportunidade de impulsionar os negócios. Este é o caso da Quero 2 Pay, fintech de meios de pagamentos por maquininhas de cartão, que atingiu o marco de R$ 1 bilhão em transações com apenas 18 meses de atuação, atingindo presença nacional em 1.900 cidades e em mais de 20 mil estabelecimentos.

De acordo com Gabriel Andrade, CEO da Quero 2 Pay, a fintech nasceu com o objetivo de democratizar o acesso às ferramentas tecnológicas financeiras e, assim, alavancar e empoderar empreendedores ao redor do Brasil. “Os pequenos e médios são o principal foco, visto que a nossa proposta é eliminar a necessidade de um vínculo com um banco para torná-los correspondentes bancários e facilitar a realização das transações”, diz Andrade. Dentre os serviços oferecidos, o principal e carro chefe da fintech é a  máquina de cartão Queridona Smart.

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“Os valores das transações realizadas com a Queridona podem ser recebidas pelo empreendedor no dia seguinte e, para adquirir uma unidade, facilitamos o  parcelamento em até 18 meses, com uma taxa competitiva de 13,87%, sendo 15,25% menor que a da concorrência e ainda com 75% de cashback das transações. Para aquisição da POS – Points of Sales, como também são conhecidas as maquininhas -, é necessário que o usuário tenha um CNPJ”, explica o CEO. A fintech ainda traz outros serviços em seu portfólio, como o Q2 Lupa, um conciliador financeiro para conferências de todas as vendas realizadas com cartões de forma automatizada, e o Q2 Link, que possibilita a venda pelas redes sociais.

Uma super novidade da empresa é que agora há um programa de licenciamento,  no qual os donos de comércio no geral podem atuar como representantes da marca Quero 2 Pay, ampliando e administrando a carteira de parceiros que utilizam os serviços oferecidos pela Queridona Smart em seus estabelecimentos.

Dois anos em apenas um mês

A fintech, que estava programada para ser desenvolvida daqui a dois anos, foi criada em apenas um mês por conta das consequências da pandemia. Em janeiro de 2019, os sócios Gabriel Andrade e Kaio Nascimento, que já tinham uma empresa de venda de ingressos, precisaram rever o modelo de negócio por conta do aparecimento da Covid-19 e dos impactos que o setor de entretenimento sofreu com os cancelamentos e interrupções dos eventos. Com isso, o plano de desenvolver a ideia de uma empresa de meios de pagamento, previsto desde a criação da tiqueteria, aconteceu em março de 2020. A partir de um capital próprio de 300 mil reais, a fintech Quero 2 Pay começou a ser executada e, em abril do mesmo ano, aconteceu a primeira transação comercial.

“Nesta época em que tivemos que recalcular a rota visando a sobrevivência do negócio, entramos em contato com o Eliézer Pimentel, que tinha vasta experiência em empreendimentos financeiros e, com recente passagem pelo Vale do Silício, enxergamos uma sinergia para fechar uma sociedade com ele”, revela Andrade.

O executivo pontua que durante essa trajetória, a fintech chegou a receber um aporte de R$ 3 milhões da 7Stars Ventures, holding de investimentos comandada por Daniel Abbud, que também conhece o ecossistema por conta da sua experiência com a Beblue. Além do apoio financeiro, Abbud tornou-se um verdadeiro parceiro e mentor, que auxilia no amadurecimento de negócio da Quero 2 Pay.

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