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    E-commerce e vendas de computadores continuam em alta mesmo com impactos da Pandemia

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    Mesmo com o impacto da pandemia, que causou drásticos problemas para o varejo e lojas físicas, o e-commerce continuou a crescer no Brasil. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, a estimativa é que o setor tenha fechado um avanço de 38% em 2021. Em termos de faturamento, isso seria algo em torno dos R$ 304 bilhões.

    Isso vem desde 2020, quando as vendas online em junho cresceram 73% na comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados da IDC Brasil.

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    Uma das empresas que prova este grande avanço em faturamento é a Avell, fabricante nacional de computadores a qual têm seu grande foco nas vendas online, via plataforma online oferecida pela empresa eMutua Digital.

    A Avell registrou em 2021 um faturamento de R$ 207 milhões, alta de 90% em relação ao total do ano anterior, 2020, quando registrou faturamento de R$ 120 milhões. Mais que o triplo do valor de 2019, R$ 65 milhões.

    As facilidades, comodidade e especialmente o home office foram fatores que fizeram este mercado permanecer ativo e aquecido. De acordo com pesquisa levantada pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV), 59,4% dos consumidores entrevistados informaram que compraram mais pela internet, através de sites ou aplicativos. Desses, 44,4% disseram que pretendem continuar comprando online pelos próximos 12 meses e 19,4% disseram que vão voltar a comprar presencialmente.

    Um dos setores de mercado que mais apresentaram crescimento foi o de notebooks, com crescimento em volume de 21,9%, segundo a IDC Brasil.

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    Isso aconteceu até mesmo com o aumento de custos para os fabricantes, que consequentemente gerou um aumento de preço para o consumidor final. Houve no período da metade de 2020 até 2021 um crescimento de 22,1% no valor final de PCs de mesa e de 20,5% em notebooks, que agora custam, em média, R$ 3.842 e R$ 4.450, contra R$ 3.146 e R$ 3.692 praticados no primeiro trimestre de 2020.

    “A Avell viveu um novo momento com a pandemia. Sempre existiu o receio de como o mercado se comportaria com base na tendência mundial, porém a pandemia trouxe uma nova realidade: as pessoas perceberam a necessidade de possuir os equipamentos certos para manter a rotina no novo normal”, comentou um porta-voz da empresa. “Foi assim que surgiu uma nova tendência de consumo de eletrônicos, iniciada por volta de março de 2020. Como a Avell sempre ofereceu excelentes soluções com preços competitivos, o aumento das vendas foi uma consequência nesse período.”

    De acordo com a fabricante, a comercialização por meio de um e-commerce traz a simplificação de processos, item que a Avell segue como um dos pilares da empresa. Essa facilidade de informações sobre produtos que o e-commerce proporciona aos consumidores, auxilia neste tipo de venda. Trata-se de um canal muito importante para a empresa e que sempre buscam aprimorar, trazendo soluções cada vez mais práticas para o meio virtual.

    Heitor Bover, CEO da eMutua Digital, plataforma que oferece as soluções para a Avell manter seu ambiente online de vendas e e-commerce, comenta:

    “O mundo enfrentou um grande desafio nesses tempos de pandemia. As empresas tiveram que quebrar paradigmas e, enfim, começar a se comunicar com seus clientes, e oferecer seus produtos, no ambiente virtual. Um dos efeitos imediatos dessa mudança foi a aproximação das marcas com seu público. Tendo em vista que as lojas físicas não eram mais uma opção, os consumidores procuraram pelos produtos no mundo virtual. As empresas que já estavam bem posicionadas, e com uma boa estratégia digital, como no caso da Avell, conseguiram crescer de forma consistente e ganharam mercado frente aos concorrentes.”

    Em 2022, o setor de e-commerce no Brasil deve crescer ainda mais, e,. A Avell pretende ampliar a receita em 30 a 40%, chegando a um faturamento de R$ 300 milhões no ano.

    Em especial, o mercado também deve abraçar algumas tendências que o futuro, entre algumas pouco exploradas como o Metaverso, outras já conhecidas, mas que se tornarão mais presentes: como o caso de experiências de compras personalizadas, formatos multimídia, realidade aumentada e Inteligência Artificial, mais cashbacks e o foco em green techs, empresas que se importam com o meio ambiente.

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