Fornecedora de materiais elétricos, a Reymaster – que tem sede em Curitiba (PR) e filial em Joinville (SC), mas atende todo o país – utiliza período para investir em capacitação de gestores e vendedores

Reinventar-se. Em tempos de pandemia do novo coronavírus, e de todas as restrições necessárias para conter o avanço da Covid-19, reinventar-se tem sido o exercício de muita gente. No mundo corporativo não é – nem pode ser – diferente. Há vários exemplos de empresas encontrando alternativas para investir em iniciativas que assegurem manutenção das atividades agora. Mais que isso: que garantam, quando a crise passar, mais preparo e força para uma nova realidade.

Com sede em Curitiba (PR) e filial em Joinville (SC), mas atendendo todas as regiões do Brasil, a Reymaster – distribuidora de materiais elétricos e de conectividade – tem dedicado atenção especial à capacitação continuada de suas equipes. Cursos online, de cinco a nove semanas de duração, estão sendo aplicados a gestores e vendedores da empresa. São ações de qualificação que buscam o aprimoramento no relacionamento com os clientes.

Afinal, conforme observa o sócio-diretor da empresa, Marco Stoppa, há novas demandas e necessidades por parte da clientela, nestes tempos em que a vida está diferente. “Estamos oferecendo treinamentos aos nossos colaboradores, dentro de novas ferramentas tecnológicas implementadas. Os clientes agora podem entrar em contato com a Reymaster pelo ‘Whatsapp Business’ – versão corporativa do popular aplicativo de troca de mensagens. E, desde o ano passado, também já estava sendo adotada pela empresa a plataforma Salesforce, ferramenta digital de CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente)”, explica o executivo.

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Conforme destaca o sócio-diretor da Reymaster, não se trata apenas de um treinamento para a operacionalização de ferramenta tecnológica. Ocorre que o uso de novos dispositivos exige outras formas de tratamento, de recebimento de demandas, de proposição de soluções e respostas. “Os cursos, assim, capacitam gestores e vendedores tanto para a utilização adequada das funcionalidades das tecnologias da informação, quanto para promover um atendimento qualificado aos nossos clientes”, frisa Marco Stoppa.

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