Empresas migram para bancos digitais e fortalecem relação com os colaboradores

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Em ascensão no Brasil, os bancos digitais são competidores diretos dos bancos tradicionais. Na corrida para inovar o setor tecnológico e financeiro nacional, eles viraram possibilidade para quem busca, seja pessoa física ou jurídica, isenção de tarifas, atendimento exclusivamente on-line e outras vantagens. Essa prerrogativa é endossada pela pesquisa encomendada pela Fiserv – empresa que atua no processamento de transações com cartões -, dados revelaram que quase 20% dos brasileiros têm conta em banco digital. O número é relevante – cerca de 40 milhões de pessoas.

Antes, para abrir uma conta tradicional era necessário ir até à agência bancária com diversos documentos. Hoje, a realidade é outra, assim como as contas físicas essa mudança vem ocorrendo nas contas empresariais. Tal atitude chega a fortalecer a relação com os colaboradores e consequentemente a reputação da empresa.

De modo geral, os bancos tradicionais não se reinventaram e ficaram presos a um passado tradicionalista, mesmo com o avanço da tecnologia. Para a Seven Tech, um dos pontos negativos, além da burocracia, são as limitações, as filas, a dificuldade em falar com um gerente, as altas tarifas e o não funcionamento em horário comercial.

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Com a tecnologia imersa na vida do brasileiro, a migração para os bancos digitais se tornou comum. Ou seja, eles são a solução ideal para agradar cada público específico, pois surgem para enfraquecer as burocracias que os bancos tradicionais têm.

De acordo com a Seven, a grande maioria dos bancos digitais possibilitam a abertura de conta de forma rápida. O atendimento é realizado através de aplicativos, chat online, e-mail ou telefone. Inclusive, a ausência de agências físicas não é um problema. Um levantamento do UBS Evidence Lab mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais. Em 2019, a participação dos maiores bancos era de 52% e dos novos, 48%. No ano passado, essa posição se inverteu, com os bancos digitais alcançando uma fatia de 52%.

“Acredito que esse novo cenário bancário irá se firmar ainda mais. Aos poucos, de maneira dinâmica e interativa, os bancos digitais vão ganhando as pessoas que estão buscando mais facilidade e menos burocracia”, ressalta Halan Bringel, vice-presidente da Seven Tech Group.

Logo, as contas digitais surgiram para solucionar os maiores problemas de maneira virtual e sem maiores transtornos, por meio de um trabalho de qualidade, praticidade, eficiência, tecnologia de ponta e eficácia, garantindo destaque diante de um mercado saturado com os procedimentos burocráticos dos grandes bancos tradicionais.

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