Gather Town: saiba tudo sobre a melhor ferramenta para a gestão de trabalho remota

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O investimento da tecnologia em rh é real: já faz algum tempo que o RH 4.0, como tem sido chamado, tem buscado formas de tornar mais rápidas as atividades que, em outros tempos, eram feitas apenas manualmente (e, por isso, tomavam muito mais horas de serviço).

Em épocas de pandemia, dezenas de adaptações têm sido necessárias. Muitas empresas têm tido que se adaptar ao regime home office (o qual, ao que tudo indica, veio para ficar). 

Nesse ínterim, as reuniões foram substituídas por chamadas de vídeo, a maior parte da comunicação é feita por mensagem instantânea e a gestão de equipes, às vezes, precisa contar com uma ajudinha extra. 

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Surge, nesse contexto, uma ferramenta chamada Gather Town. Você já ouviu falar dela? Se ainda não, leia esse texto: garantimos que se trata de algo que fará enorme diferença para você!

Gather Town: o que é?

Trata-se de um espaço virtual que permite o encontro de pessoas (as quais, por sua vez, são representadas por avatares que lembram muito aqueles que costumavam povoar os Gameboys de antigamente).

Na versão gratuita, cada pessoa pode controlar um personagem virtual em um espaço – que pode ser um escritório – que permite até 25 pessoas diferentes. 

Qual é a vantagem do Gather Town? Primeiro, que ele permite aos avatares que encontrem outros, que podem optar por deixar a câmera e o microfone ligados ou desligados. Caso ambos estejam com essas funcionalidades permitidas, é possível interagir em tempo real.

É uma opção gamificada e diferenciada que faz com que as pessoas se sintam em “outra realidade”, o que pode auxiliar no aumento do foco e do interesse das equipes, especialmente quando cada um está em sua casa.

Além disso, o Gather Town é bom para quem têm equipes que precisam se comunicar o tempo inteiro. Como já comentamos, basta apenas se aproxima de um avatar e, então, começar uma conversa com ele.

Para equipes menores, é possível também fazer reuniões mais enxutas, com menos usuários online. Da mesma forma, é possível criar uma sala privada e, então, impedir que outras pessoas conversem com você – o que, obviamente, só deve acontecer quando o indivíduo estiver bastante ocupado.

Por fim, para o momento do happy hour (que sim, tem se mantido em épocas de pandemia, mesmo com o trabalho remoto!), há a possibilidade de utilizar a plataforma do Gather para jogar com os seus companheiros de equipe.

Por que utilizar o Gather Town?

A razão mais óbvia é que se trata de uma nova forma de colocar as suas equipes em espaços virtuais e, assim, facilitar a comunicação diária entre elas. Depois de um ano e meio de pandemia e da popularização do home office, é preciso buscar formas de tornar o cotidiano mais interessante e manter os profissionais ativos e motivados.

Ferramentas gamificadas, como é o caso do Gather Town, têm sido muito efetivas no ensino de idiomas e de outros conteúdos – inclusive nas escolas e universidades -, mas não só. Hoje, há gamificação em filmes e seriados, dentro de páginas do Instagram, etc.

Para não ficar de fora da tendência, que demonstra que veio para ficar, o RH deve estar atento às modificações do mercado e tentar ampliar as suas possibilidades de aproximação e aumento de satisfação dos colaboradores. O Gather Town, nesse contexto, é uma opção curiosa, mas que certamente dará o que falar.

Apenas o fato de que não será necessário usar o Zoom o tempo inteiro já fará diferença. E isso, reforçamos, não é porque o Zoom não é uma excelente plataforma (mesmo porque é!): o que acontece é que, depois de tantos meses na mesma dinâmica, nos tornamos um pouco apáticos em relação àquilo que vemos.

Outras formas de modificar o dia a dia do trabalhador remoto incluem:

  • promover ações de endomarketing que visem a reaproximação do indivíduo ao seu local de trabalho, mesmo que não seja possível estar nele fisicamente;
  • envio de bebidas e comidas para a casa do trabalhador, para que seja possível fazer um happy hour de respeito, mesmo que à distância;
  • criação de conteúdos voltados para o engajamento interno, para evitar que haja falhas de comunicação e para corrigir possíveis insatisfações;
  • aumento no número de benefícios corporativos (inserção de plano de previdência privada, vale-academia, etc).

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