Investidor conservador pode encontrar opção segura em caixas eletrônicos

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Tanto no Brasil quanto no exterior, a pessoa que criou uma reserva ao longo da vida e deseja não continuar mais apenas vivendo do rendimento de uma caderneta de poupança, por exemplo, busca, ao chegar em determinado estágio da vida profissional, partir para algo próprio.

Entretanto, sempre há o receio, principalmente entre os mais conservadores, de se arriscar no mundo dos negócios e acabar perdendo toda a reserva que constituiu. Este foi o caso de Fabiana e Vitor Nakano, casal de paulistas que decidiu conhecer um modelo de negócio em que é possível ser dono de caixas eletrônicos.

Fabiana Nakano conta que a ideia inicial do casal era adquirir um imóvel para auferir renda com aluguel, que acabou descartada por ela. “Eu não queria dor de cabeça com inquilino e uma série de coisas como manutenção”, justifica.

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Do outro lado, Vitor Nakano, que já havia trabalhado em segurança de sistemas de caixas eletrônicos no Brasil, achou estranho esse modelo em que um particular compra o ATM físico e aufere renda do que é sacado nele. “Eu tenho um perfil conservador e acreditava que, com o crescimento dos meios de pagamento, o usuário não vai mais com frequência ao caixa tirar dinheiro, mas eu estava enganado. Pelo contrário, esses saques só crescem ao longo dos tempos”, comenta.

Mas ao serem apresentados ao modelo de negócio da ATM Club, o casal sentiu-se mais seguro por poder acompanhar o desempenho dos caixas em tempo real por meio de um aplicativo, além de toda a assessoria prestada pela empresa. “Foi o que fez a gente decidir que seria um bom negócio e adquirimos sete caixas”, atesta Fabiana.

Francisco Moura Junior, cofundador, Chief Operations Officer e Chief Marketing Officer da ATM Club, ressalta que a empresa auxilia o investidor desde a abertura da LLC — sigla de Limited Liability Company e significa Sociedade de Responsabilidade Limitada, similar ao modelo LTDA (limitada), usado no Brasil — até a finalização da instalação das máquinas nos locais, além do gerenciamento por meio de um treinamento oferecido a todos os investidores para que tenham total segurança do que está acontecendo com os equipamentos e possam, em tempo real, de qualquer parte do mundo, do seu telefone ou do computador, ter uma visão completa do negócio.

Vale destacar também as facilidades tecnológicas que estão sendo aplicadas aos caixas eletrônicos como por exemplo, cartões de recompensas ou de presentes (gift cards) que podem ser comprados nesses terminais e enviados como mensagem de texto para os celulares dos presenteados. Saques sem cartão com remessa de dinheiro via aplicativo e também venda de criptomoedas são outras duas possibilidades.

Outro ponto destacado por Francisco é o fato de o investidor não precisar sair de seu país para montar seu negócio com a ATM Club. “Nós temos investidores do Brasil, da Colômbia, da Argentina, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, e também alguns americanos. A nossa ideia é aumentar ainda mais esse portfólio, promovendo uma globalização de investidores”, projeta.

Fabiana e Vitor Nakano afirmam que a pandemia de Covid-19 foi a prova de que a ATM Club é um negócio sólido e só tem a melhorar. “Tivemos a certeza de que é um investimento seguro, em moeda forte, além de todo o suporte e acompanhamento que a empresa nos dá. Em nenhum momento precisamos ir aos Estados Unidos, encontrar o Francisco ou assinar qualquer tipo de documento”, conclui o casal.

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