Pela primeira vez, aplicativo de comida brasileiro atenderá uruguaios na fronteira

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O balanço recente é muito positivo. O Appétit Delivery fechou agosto atendendo 70 cidades brasileiras e projeta chegar ao número de 100 até o fim deste ano. Mas, a franquia, que atua forte em logística, conectando entregadores e estabelecimentos e é reconhecida como uma das franquias de entrega de comida que mais cresce no país, deve ir além.

O próximo salto fica a mais de mil quilômetros da cidade de Cascavel, onde o Appétit Delivery foi lançado ainda em 2018. Terra do ex-gremista Hugo de Léon e do ex-colorado Diego Aguirre, o Uruguai será o primeiro país a receber uma franqueada nessa “expansão natural”, como define o CEO da marca, Juliano Matias.

“Temos dois franqueados, um em Santana do Livramento, fronteira com a cidade de Rivera, Uruguai, e outro em Jaguarão, no Rio Grande do Sul, fronteira com Rio Branco. Como são cidades ‘gêmeas’, o comércio entre os habitantes dos dois lados é frequente e a demanda acabou acontecendo. Pessoas do Uruguai querendo comprar nos estabelecimentos no Brasil e vice-versa. Como nenhum aplicativo fazia isso, corremos atrás para adequar e atender a demanda”, explica.

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Ainda segundo Juliano, o resultado da experiência além das fronteiras servirá aos sócios como base para novos projetos internacionais. “Nos dando uma visão mais clara de desafios e oportunidades e daí pensaremos em outros países ou em reforçar a presença no Uruguai”, comenta.

O Appétit Delivery nasceu no Paraná, já está presente em 13 estados brasileiros, conta com mais de 3 mil estabelecimentos cadastrados no app e 1,3 mil entregadores em operação. O aplicativo, cujo principal atrativo é o cashback em todas as compras e ganhos por indicação de novos usuários, foi desenvolvido pela Rhede Sistemas, empresa de tecnologia da informação (TI) paranaense com 27 anos de experiência e que sempre teve como negócio o desenvolvimento de sistemas de gestão. Ao optar por focar em cidades menores, o Appétit dribla a concorrência das grandes marcas, que geralmente são voltadas aos centros urbanos.

“Nosso foco são cidades menores, mas temos bons resultados em outras de maior porte também. Guaíba, no Rio Grande do Sul, por exemplo, tem 100 mil habitantes e temos bons resultados. Em contrapartida, temos Querência, no Mato Grosso, com resultados fantásticos para uma cidade de 18 mil habitantes. Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul, também completou um ano de operação e os resultados crescem mês a mês”, compartilha o CEO.

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