Empresa maringaense de tecnologia investe forte na cultura de desenvolvimento profissional

Com uma cultura de feedbacks para estimular o crescimento profissional de seus colaboradores, sempre respeitando a individualidade e a diversidade, o Grupo DB1, formado por empresas brasileiras de tecnologia com escritórios no Brasil, Argentina e Estados Unidos, se destaca quando levamos e consideração quantos funcionários começaram de baixo e galgaram todos os degraus dentro da organização até assumirem uma posição de destaque.

Consideradas pilares da cultura organizacional, as oportunidades de crescimento profissional são cada vez mais importantes para atrair e reter novos talentos. Crescer, promover crescimento e se desenvolver junto com a empresa são lemas que devem ser incentivados nas organizações.

O Grupo DB1 trabalha continuamente para promover práticas com foco em pessoas e a manutenção de um bom clima organizacional. Uma das políticas da empresa é oferecer as melhores condições de trabalho por considerar os colaboradores o seu maior patrimônio.

Um ambiente mais aberto à inovação, no qual todos são motivados a atuarem como uma equipe, com foco na mesma missão, possui uma maior propensão a desenvolver cada um dos membros.

De acordo com Natália Kawatoko, gerente de RH do Grupo DB1, “criar um ambiente verdadeiramente com foco no crescimento e desenvolvimento das pessoas é fomentar um ecossistema onde todos estejam abertos e preocupados em desenvolver-se e apoiar o crescimento dos outros, é estar aberto ao novo, mudanças e sugestões e ser tolerante ao erro”.

De estagiário a Gerente de Operações

A trajetória de Cristiano Suk dentro do Grupo DB1 segue à risca o conhecido roteiro do profissional que começa de baixo e constrói uma história de sucesso, subindo degrau por degrau a escada corporativa. Sua experiência profissional anterior se resumia a um cargo de estagiário, ministrando cursos básicos de informática.

Interessado em uma área mais técnica, ingressou na DB1 como estagiário, onde permaneceu por cerca de um ano antes de ser efetivado. Ele entrou para programar em Delphi e com a finalidade de aprender. O esforço deu resultado, tornando-se desenvolvedor sênior em cerca de 5 anos.

Com um perfil de tomada de iniciativa, sempre buscando ajudar a equipe e ir desimpedindo uma série de coisas, o reconhecimento da empresa com o pilar de liderança na premiação de final de ano chegou antes mesmo de Suk começar a desempenhar formalmente qualquer cargo de liderança ou gestão.

“Já fiz um pouco de tudo. Comecei como estagiário, fui desenvolvedor, analista de negócios, scrum master, gerente de serviço, gerente de projetos, gerente de portfólio da unidade DB1 Global e atualmente sou o Gerente de Operações, responsável por toda a operação da unidade de serviço da DB1 Global”, diz com orgulho Cristiano.

De secretaria e recepcionista a Gerente Financeiro e de Controladoria

A trajetória de Anna Luiza Hauser de Castilho é marcada pela dedicação, cuidado com a equipe, responsabilidade e verdade nas relações. Quando começou na DB1 em 2010, vindo da Secretária de Saúde, a empresa tinha apenas 80 colaboradores. Na época, o setor estava desfalcado e Anna, enquanto realizava as atividades de secretaria do CEO, também apoiava o setor administrativo nas atividades de rotina.

Dentre os diversos departamentos com os quais colaborou, estão a ACAD (Associação dos colaboradores e amigos da DB1, a área Administrativa e Financeira, passando por analista, depois líder, gerente administrativa e agora gerente financeira.

Em 2018, com o crescimento da DB1, o setor se dividiu entre Facilities e Financeiro. Neste mesmo ano, foi avaliada com a melhor NPS entre os líderes, com 100%. Recentemente, com a saída de um gestor, ela também assumiu a gestão do time de Controladoria até que fosse possível definir um novo formato de trabalho. Hoje Anna lidera uma equipe de 23 pessoas.

Ela conta que foi assumindo responsabilidades. “Os cargos nem sempre existiam, mas sempre me dispus a ajudar e aprender coisas novas, criando as minhas próprias oportunidades e, às vezes, novos cargos. Os incentivos em treinamentos: eneagrama, dale carnegie course, pós, MBA, treinamentos técnicos e comportamentais, foram imprescindíveis para chegar até aqui”.

“Todos os resultados e conquistas foram possíveis graças a muito empenho, responsabilidade, além do apoio de uma equipe altamente engajada. Tenho orgulho de ter participado de todo crescimento da DB1 contribuindo para a garantia da segurança e da integridade nas áreas administrativa e financeira”, conclui ela.

De analista de suporte a Diretor Executivo

Do tipo de profissional que já fez de tudo na vida. Operador de caixa em supermercado, faturista, analista financeiro. David Santos vem de uma família de classe média, estudou em colégio público, foi praticamente criado pelos avós e trabalha desde os 16 anos.

Ele conta que aprendeu muito cedo que para conquistar algo, você precisa ser o melhor naquilo que faz. Tem que ter paixão, ambição e, acima de tudo, respeitar as regras dos três Is. Não pode ser ilegal, imoral ou ilícito.

Após quatro anos como analista financeiro dentro de um cliente da DB1, David conta que recebeu um convite para conhecer melhor a empresa e estudou bastante sobre ela, seu posicionamento de mercado e, principalmente, seus planos de longo prazo.

“Foi a partir deste dia que posso afirmar que comecei a construir uma nova história para a minha vida. Em fevereiro de 2010 comecei na DB1 como analista de suporte e pude enfim atuar na minha área de formação”, comenta David.

Nesses 10 anos de ‘casa’, David foi analista de suporte por um ano e meio até ser promovido a líder de suporte, período em que foi considerado a melhor liderança da DB1. Com um plano de carreira definido em conjunto com o fundador e CEO do Grupo DB1, Ilson Rezende, ele ingressou na área de projetos da DB1 como Gerente de Portfólio Outsorcing.

Após quase dois anos de destaque nesse cargo, que ele considera como seus anos mais rentáveis na DB1, ele participou do processo seletivo para o cargo de Diretor Executivo e foi o escolhido pela DB1.

Para quem o considera como referência, David deixa um recado: “Não espere o dia perfeito, o momento certo, a oportunidade ideal. Isso não existe! Nunca estaremos 100% preparados ou 100% aderentes. Saber qual é o seu propósito e aonde quer chegar é fundamental para direcionar os caminhos que você escolhe, acredite no seu potencial e também na sua intuição”.

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