sexta-feira , 14 junho 2024
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Recessão, inflação e juros altos: especialistas explicam como proteger seu patrimônio

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A falência do banco americano Silicon Valley Bank (SVB), que é a maior do setor desde 2008, fez com que muitos investidores ficassem eufóricos, especialmente em países com economias ligadas aos Estados Unidos, como é o caso do Brasil. A grande preocupação é que o episódio provoque uma corrida pela retirada de depósitos nos bancos, causando um efeito dominó no setor bancário dos Estados Unidos.

No Brasil, nos últimos meses a economia tem desacelerado gradativamente, com a taxa Selic em 13,75% e restrições aos créditos, o cenário tem preocupado cada vez mais os investidores brasileiros e deixado o mercado apreensivo. Os dados do setor de varejo e serviços mostraram fraqueza no final de 2022 e, no primeiro trimestre de 2023, podemos ter um PIB com crescimento próximo de zero.

Nessa situação, assim como em relação a taxa de juros elevada e o período de recessão como um todo, muitas pessoas físicas buscam maneiras de diminuir o impacto negativo na sua vida financeira e proteger o patrimônio em meio a crise.

Segundo Luiz Felipe Bazzo, CEO do transferbank, uma das principais soluções de pagamentos e recebimentos internacionais do Brasil, uma das alternativas é investir em ativos de renda fixa, como títulos públicos e privados, fundos da categoria e CDBs. “São modalidades que trazem uma rentabilidade previsível e baixo risco de perda de capital”, diz. “No entanto, é importante que a pessoa também diversifique as suas aplicações e tenha um planejamento do quanto está gastando”, completa.

Nesse sentido, o executivo destaca que investir em ativos no exterior é uma saída excelente para períodos de instabilidade econômica. “Com acesso aos maiores mercados e moedas do mundo, como os Estados Unidos e o dólar, os desafios enfrentados pela economia brasileira se tornam fatores menos preocupantes para quem movimenta o seu dinheiro em terras internacionais. Além disso, é uma ação que promove maiores incentivos ao rendimento”, explica

Para Cassio Zeni, sócio do Rubik Capital, escritório parceiro do transferbank, é preciso avaliar o nível de risco e o potencial retorno de cada investimento antes de investir. “Investimentos de maior risco geralmente oferecem um potencial de retorno mais elevado, enquanto investimentos mais conservadores oferecem um retorno mais previsível, entretanto menor.”, explica. “Além disso, é importante estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, ter uma reserva de emergência e manter uma disciplina financeira, evitando dívidas e gastos desnecessários”, finaliza o executivo.

Dentre os formatos mais conhecidos de proteção do patrimônio internacionalmente, estão: a abertura de conta de investimentos em outras nações, pela facilidade de acessar ações, títulos e fundos de investimento; e imóveis, os quais possuem um grande potencial de valorização. Ainda para investimentos mais elevados, geralmente acima de US$ 500 mil, a constituicao de empresas offshor são populares por conta da regulamentação favorável de outros países, que podem oferecer uma série de benefícios fiscais e cambiais;

Como o transferbank contribui para a proteção de patrimônio?

Dentre as soluções para envio de recursos ao exterior que podem ajudar na proteção do patrimônio de uma empresa ou pessoa física, o transferbank entra como uma alternativa aos bancos tradicionais por visar mais transparência, agilidade e economia nas operações de câmbio. Mesmo quando comparado a fintechs do setor, a empresa também se destaca com as taxas mais atrativas do mercado, o que traz uma grande economia aos investidores.

Vale ressaltar que é possível utilizar os serviços da companhia para enviar dinheiro a todas as instituições financeiras de outros países, inclusive para instituições mais conhecidas por brasileiros como Nomad e Avenue. O único pré-requisito para realizar um pagamento ou recebimento dessa categoria é de que o valor mínimo dos envios seja superior a US$ 1 mil.

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