Robô brasileiro é o novo ajudante do Hospital Universitário de Maringá para o combate ao coronavírus

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Tinbot

O Tinbot atua no hemocentro, recepção e pediatria para amenizar a dor da pandemia por meio da transmissão de dicas e informações sobre a doença e doação de sangue, de maneira interativa e leve

 Com o sucesso na tarefa de auxiliar na recepção e interação entre pacientes internados e familiares no hospital Santa Casa de Misericórdia de Maringá, atuando linha de frente do combate à Covid-19, o Tinbot primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things) se prepara para mais uma missão, dessa vez no Hospital Universitário de Maringá.

Em meio à uma pandemia global que vem assustando o mundo todo com seus dados alarmantes, é importante adotar uma forma mais leve e interativa de abordagem sobre informações cruciais e cuidados necessários para evitar a propagação do vírus, principalmente em um ambiente em que essa e outras doenças são vistas frequentemente. Com sua interface simpática e cativante, o robozinho maringaense consegue assumir tal compromisso sem dificuldades.

A princípio o Tinbot atuou no setor do hemocentro, onde foi responsável por dar dicas de prevenção contra o coronavírus, explicando sobre os sintomas da doença, cantando a música “sem abraço sem beijinho” – que reforça a necessidade de manter uma distância segura – além de transmitir informações e ações que incentivam a doação de sangue e sua importância, fornecendo conhecimento e tirando dúvidas sobre o assunto.

“As pessoas podem perguntar ao Tinbot como se prevenir do novo coronavírus, quais os sintomas da doença, por que o vírus tem esse nome, o motivo de usar máscara, entre outros questionamentos”, explica Marco Diniz Garcia Gomes, Líder de Produto da Tinbot Robótica.

Os próximos desafios do simpático robozinho são na recepção do hospital, permanecendo com a transmissão de informações gerais sobre a Covid-19 e distraindo as pessoas que estiverem no hospital contando curiosidades e atuará ainda no setor de pediatria, assumindo as mesmas funções além de também contar suas próprias histórias e piadas, sempre com o objetivo de deixar o ambiente tranquilo e leve, mesmo com a crise.

Além do conhecimento compartilhado sobre o vírus, o Tinbot ainda será o elo entre infectados pela Covid-19 e familiar, amenizando o drama do distanciamento necessário durante o período de internação por meio da função de vídeo-chamada, disponível no robô. Funciona como uma ligação via WhatsApp, mas usando a câmera e o microfone do robô, na qual o parente também vai poder mover o robozinho pelo seu próprio computador.

Desenvolvido pela Tinbot Robótica, startup parte do Grupo DB1, grupo de empresas brasileiras de tecnologia com sedes no Brasil, Argentina e EUAo Tinbot conta com fala natural em português, reconhecimento facial e de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs, possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Fora isso, é habilitado para fazer captação de fotos, movimentar mãos, braços e torso – controlados por meio da linguagem Tico-Tico, criada pelo idealizador do projeto, usando emoticons para representar as reações do robô – e ainda permite que cada empresa personalize e programe a plataforma de acordo com suas necessidades.

Na mídia, o Tinbot foi um dos protagonistas da série “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, da Globonews, participou da última temporada de um dos mais importantes programas sobre games na televisão brasileira, no Jornal Nacional e no segundo semestre de 2019 foi “engolido pelos tubarões” do reality Shark Tank e recebeu investimento de João Appolinário, da Polishop.

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