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    Social media é profissão cada vez mais buscada por mulheres à procura de equilíbrio entre carreira e vida pessoal

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    A profissão de social media está em alta. De acordo com pesquisa realizada pela rede social de negócios Linkedin, apenas em 2020 a profissão apresentou um aumento de 74% em suas contratações. Não à toa, muitas pessoas, principalmente mulheres, enxergam na área a grande chance de darem uma guinada em suas carreiras profissionais, que por diversas razões podem estar estagnadas.

    A produtora digital e especialista em mídias sociais, Rejane Toigo, é um exemplo de profissional que adentrou à área de social media à procura de novos desafios e obteve sucesso. A única diferença é que traçou esse caminho há alguns anos, agindo como uma espécie de pioneira. Formada em odontologia, Rejane chegou a exercer essa profissão por poucos anos, mas percebeu que não se sentia feliz. Apaixonada pela yoga, atuou como instrutora da prática meditativa, mas logo constatou que a profissão não servia às suas ambições. Tentou ser comerciante, mas também não conseguiu.

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    No final de 2010, começou a trabalhar como social media e encontrou-se. Hoje é proprietária da Like Marketing, empresa com foco na criação digital, que desenvolve estratégias de marketing digital e produz conteúdo para redes sociais, além de gerenciar redes e produzir e vender cursos online. Rejane tornou-se uma referência em marketing digital e seus vídeos no Youtube, em que dá dicas sobre o a área, já ultrapassaram a marca de 10 milhões de visualizações.

    Inspiradas por Rejane, muitas profissionais mulheres continuam migrando para a área de marketing digital, a fim de trabalhar com estratégia de conteúdo em mídias sociais e alcançar a tão almejada realização pessoal e profissional. Monica Shidô é uma dessas mulheres. O sonho de viajar o mundo fez com que se tornasse comissária de voo, profissão que exerceu até tornar-se mãe. Para dedicar-se integralmente a seus filhos, decidiu encontrar um trabalho em que pudesse passar mais tempo em casa.

    O problema é que a vontade de conhecer o mundo permanecia, o que fez Mônica mudar diversas vezes de profissão até finalmente encontrar uma que lhe proporcionasse simultaneamente liberdade geográfica e financeira e proximidade dos filhos. A profissão encontrada foi a de social media. Aos 37 anos recomeçou. Primeiro como proprietária de loja online. Aos poucos migrou para consultoria, percebendo seu potencial de ajudar muitas outras mulheres empreendedoras. “Hoje, vivo em lugar paradisíaco, posso estar com meus filhos e ajudar outras mulheres, inclusive de outros países, a realizarem os seus sonhos”, relata.

    Formada em Direito em 2019, Jaqueline Souza enfrentou uma situação complicada no início de 2020. Precisando ajudar financeiramente o marido na criação dos filhos, viu sua carreira estagnar em decorrência da pandemia: os concursos para os quais estava estudando foram cancelados, assim como a prova para ingressar na OAB. Desesperada, chegou a distribuir currículos em supermercados e lojas de sua cidade, mas sem sucesso. “Foi quando, depois de muito pesquisar profissões que pudesse exercer em home office, para que pudesse cuidar do filho, encontrou a de social media”, conta.

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    Fez cursos online para aprender mais sobre a profissão e, em maio de 2021, fechou com seu primeiro cliente. Nos meses subsequentes, Jaqueline conseguiu aumentar o número da clientela. “Hoje, atuo como gerente de mídia e minha renda me permite não só sustentar minha família, mas também viajar, investir em educação e no futuro”, diz

    Cristiane Silva tem uma trajetória muito parecida com a de Rejane. Buscou diversas profissões até se encontrar como social media. “Eu já fui zootecnista, vendedora de shopping e cozinheira”, conta. Há um ano e meio estava desempregada, à procura de uma profissão que lhe deixasse mais satisfeita e lhe proporcionasse uma vida financeira mais tranquila. Assim como muitas outras, procurou uma ocupação que pudesse ser feita de casa – pela internet e/ ou pelo celular – porque queria ficar perto de sua filha. Os conteúdos gratuitos disponibilizados por Rejane Toigo em suas plataformas digitais foram preponderantes para que Cristiane conhecesse a profissão de social media e finalmente encontrasse sua identidade profissional.

    Depois de um ano e meio de experiência com mais de 40 clientes, Cristiane evoluiu de social media para social media manager e estrategista digital, consolidando-se como uma empreendedora digital. Atualmente é a provedora da casa. Seu marido é um grande incentivador. Sua filha a vê como modelo a ser seguido. “Minha filha se tornou minha maior fã e vive dizendo que sou uma inspiração para ela. Senta-se ao meu lado pra me ver trabalhar e aprender, fala que me admira muito e isso não tem preço”, relata.

    Como essas mulheres acima mencionadas, muitas outras fizeram os cursos promovidos por Rejane Toigo para se tornarem profissionais de social media. Mulheres que antes exerciam as mais distintas funções – barbeira, manicure, dentista, mecânica, tesoureira, dona de loja, produtora de moda – e que pelas mais variadas razões – a grande maioria atrelada à falta de oportunidades ocasionada pela pandemia e ao desejo de ficarem mais próximas de seus filhos – buscaram uma profissão que unisse o útil (retorno financeiro) ao agradável (trabalho flexível).

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