Startup de impacto social recebe aporte de 4 grupos de investidores-anjo

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GVAngels, Bossa Nova, Angels4Impact e Curitiba Angels investem no Polen, empresa curitibana que descomplica processos de doação, conectando marcas, causas e consumidores

Com 250 clientes distribuídos pelo Brasil, a startup Polen recebe aporte de R$ 380 mil em rodada de investimento, que conta com a participação do GVAngels, da Bossa Nova, da Angels4Impact, da Curitiba Angels e investidores independentes. A fintech curitibana usa a tecnologia para descomplicar iniciativas de impacto social, conectando empresas a mais de 300 ONGs cadastradas.

Ao automatizar processos e relatórios, a empresa deixa o processo de doação menos burocrático e permite que as empresas possam focar no que realmente importa: mudar vidas. Entre os serviços oferecidos pelo Polen, chama a atenção o “troco solidário automatizado”, que já tem a adesão de e-commerces da plataforma loja Integrada. A solução viabiliza o arredondamento do valor das compras realizadas em e-commerces e, em breve, estará disponível também para sistemas de lojas físicas. Essa automatização facilita inclusive a declaração fiscal dos valores doados, sem que a empresa não tenha trabalho com isso.

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Antes desta rodada de investimento a startup já havia recebido uma primeira rodada de investimento dos grupos Curitiba Angels, Jupter Ventures e Foton Investimentos. “Com este montante reestruturamos nosso modelo de negócios, que consiste em tirar projetos de impacto corporativo e social do papel e conectar marcas, causas e consumidores num único propósito”, comenta Renata Chemin, co-fundadora e CEO do Polen.

O benefício do serviço oferecido pela startup não está só no engajamento da empresa no social, ou seja, na demonstração de um propósito tão exigido pelos clientes hoje em dia. O Polen mostra métricas que comprovam o quanto o engajamento social influencia positivamente nos resultados dos negócios. “Em e-commerces há uma retenção cerca de 15% maior dos clientes quando eles escolhem uma causa antes de comprar”, aponta Renata.

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