Estudo aponta exigências que empresas devem seguir para se adaptarem aos novos padrões do mercado

A busca por um propósito tem sido uma preocupação constante para as empresas. A cobrança por um posicionamento claro, também. Hoje, mais do que nunca, os consumidores passaram a enxergar o fator “propósito” como um dos motivos de seleção para suas compras e interações com diferentes marcas, segundo estudo realizado pela ilegra, empresa global de inovação, design e software.

Intitulado “Panorama ilegra: Futuros Plurais”, o estudo analisou as principais tendências do mercado. Entre elas, está a busca crescente por marcas transparentes, justas e com propósitos claros de inclusão, além da melhoria da vida em sociedade com a ajuda da tecnologia. A procura por empresas que tomam partido em diferentes causas cria uma sensação de aproximação do público com a marca, unindo propósitos e ideologias. Veja, abaixo, algumas das principais tendências apontadas pelo estudo, as quais não devem demorar a se consolidar nos mais variados setores.

1. Novos comportamentos do consumidor
Um grande desafio para as empresas será na adaptação aos novos padrões de consumo. Manter uma jornada consistente, em diferentes canais, também se torna uma prioridade – multicanais serão cada vez mais necessários, uma vez que companhias não conseguem atender a todos de forma simultânea.

2. Soluções personalizadas para cada indivíduo
Utilizar a tecnologia para uma sociedade mais inclusiva, o que também inclui a utilização dos dados com mais transparência e responsabilidade, é uma tendência relevante. No entanto, customização é a palavra-chave. Cresce a demanda por serviços, atendimentos e produtos cada vez mais personalizados. O usuário/consumidor, de diferentes grupo sociais e faixas etárias, deseja se sentir mais próximo das empresas.

3. Utilização de dados
Na área de tecnologia, o destaque está na possibilidade de análise do público, por meio de dados. A análise desses mesmo dados também pode ser benéfica não apenas para os consumidores, mas também para as empresas, pois antecipa comportamentos e preferências. O estudo evidencia que o design centrado no usuário não é mais suficiente, e que este deve ser centrado no ecossistema, o chamado life centered design.

4. União de expertises e troca de conhecimento
Gerar soluções que resolvam problemas complexos é uma preocupação. Por essa razão, será cada vez mais comum, como prática corporativa, que empresas reúnam profissionais de inúmeras áreas, na execução de um projeto, e tirem proveito das diferentes expertises para acelerar entregas e melhorar seus resultados.

5. Busca por propósitos vira prioridade para consumidores
Pessoas estão procurando empresas que tomem partido de algum lado, que tenham posicionamento e compartilhem do mesmo propósito. Isto é, as exigências da população se transformaram e passamos a enxergar uma pressão pela conduta mais ética e correta de empresas em suas práticas internas e seu posicionamento público, proporcionando uma sociedade mais justa, seja para clientes ou funcionários.

6. Preocupação com a vida fora do trabalho
O estudo aponta para uma tendência chamada de “Employee Experience”, ou seja, a experiência do colaborador. Com isso, fica evidente que as empresas não mais se preocuparão somente com o bem-estar de seus funcionários dentro do espaço físico de trabalho, mas também com a vida do colaborador  no âmbito pessoal, compreendendo todas as áreas de sua vida.

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