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    UBlink inova com tecnologia que previne assaltos em residências

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    Com o aumento no número de roubos e furtos em residências, clientes, proprietários e corretores de imóveis devem estar cada vez mais atentos aos golpes que vem ocorrendo no mundo online. Já virou uma prática comum que cibercriminosos simulem, em plataformas digitais, o interesse pela compra ou locação, apenas no intuito de obter livre acesso às residências para executarem algum crime.

    As práticas de arrastão, por exemplo, têm sido cada vez mais comuns e colocam não apenas o imóvel e outros bens materiais em risco, mas também expõem a segurança de corretores, vizinhos e funcionários do condomínio, devido a falhas de autenticação do usuário ou falta de informações complementares, como verificação de antecedentes (background check) em apps.

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    Esse tipo de cibercrime é uma categoria de Engenharia Social no qual um criminoso, por meio do uso da tecnologia, se registra com dados falsos ou roubados de terceiros, em uma plataforma, para ter acesso a uma visita. De acordo com os dados divulgados em janeiro desse ano, pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o Estado de São Paulo registrou um total de 19.901 roubos em geral — o índice de roubo a residências correspondeu a 2,1%, fatia superior à divulgado no mesmo período do ano passado (1,9%).

    Engenharia social é uma técnica usada por cibercriminosos para induzir usuários a compartilhar seus dados pessoais e confidenciais. Existem casos que também podem infectar seus computadores com malware ou abrir links para sites infectados. A coleta desses dados é usada para práticas criminosas, por exemplo, compras, autenticações indevidas, como fraude de identidade, extorsão, etc.  

    Com a transformação digital, impulsionada pela covid-19, os cibercriminosos estão cada vez mais sofisticados e um passo à frente de controles de segurança da informação implementados em soluções tecnológicas.

    Verificação de antecedentes (background check)

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    A proptech UBlink tem um olhar sofisticado para o tema segurança da informação, em relação aos clientes, proprietários e corretores, pois já nasce em um ambiente 100% digital, com a tecnologia Watson da IBM, solução de segurança da colombiana Truora, responsável pela verificação de antecedentes (background check).

    Background check, ou verificação de antecedentes, valida informações, dados pessoais e corporativos sobre pessoas ou empresas que estão prestes a se tornar um parceiro comercial, cliente, contratado ou sócio de um negócio. É recomendada ser feita previamente para manter a empresa em compliance e mitigar potenciais riscos que possam causar danos jurídicos, financeiros, institucionais e de segurança da informação.  

    A startup disponibiliza uma plataforma 100% digital, com três aplicativos diferentes para clientes, proprietários e corretores. Estes são interligados e conectados a todo o ecossistema tecnológico da UBlink.

    O dispositivo utiliza a tecnologia para avaliar documentos e fichas criminal e jurídica de proprietários, corretores e clientes para evitar riscos relacionados à segurança. Dessa forma, todos esses dados são checados em até 32 segundos para que a visita seja aprovada. A ferramenta não compartilha esses dados entre clientes, proprietários e corretores e está alinhada com a LGPD.

    A partir da validação, o sistema gera um código para cada participante, que deverá ser apresentado na portaria do imóvel e, só então, a visita será liberada. Esse controle de segurança da informação faz parte de um processo que previne contra-ataques, falhas de segurança e invasões.

    A UBlink possui um conjunto de controles de segurança que mitigam vazamentos de informações ou violação de dados pessoais, executando, de acordo com os pilares de segurança da informação, confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade e não repúdio. A verificação de antecedentes (background check) está regulada pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com apoio legal do escritório Mattos Filho.

    À frente da área de tecnologia da proptech, temos Vânia Gomes, executiva da IBM por 27 anos, onde foi vice-presidente de funções na América Latina. A UBlink também é formada por Arnaldo Curiati e Rogério Santos – com estrada conjunta de mais de seis décadas no setor de imóveis.

    UBWallet – mais um diferencial

    A ferramenta da UBlink conta ainda com o recurso inédito para aplicativos, no mercado imobiliário, que é a UBWallet – carteira virtual que possibilita reunir e acessar, facilmente, contratos de locação ou compra, recibos de condomínio, IPTU e prestadoras de serviços, além de plantas elétrica, hidráulica e civil. A UBWallet é oferecida, gratuitamente, a todos os interessados – não somente a clientes da startup. A carteira virtual possibilita quase uma “tokenização” do imóvel.

    A proptech iniciou suas operações em janeiro deste ano e já apresenta crescimento estrondoso. Atualmente, tem cerca de 1.000 unidades em carteira, e o valor dos ativos chega ao total de R$ 1 bilhão. O modelo de atuação inédito da UBlink, com uso de tecnologias de última geração, leva os fundadores a projetar que carteira de imóveis poderá alcançar R$ 6 bilhões até o fim de 2022.

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