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    Viver e trabalhar em Portugal: planejamento é fundamental para brasileiros que buscam uma oportunidade no país

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    Nos últimos meses, um número exponencial de brasileiros tem buscado Portugal como porta de entrada para o continente europeu. E diferentemente do que algumas pessoas pensam, “tentar a sorte” em um novo país, requer, na verdade, planejamento para que sonhos e objetivos se concretizem. Trata-se de uma estratégia fundamental para evitar situações como as vivenciadas por alguns cidadãos, que têm pedido auxílio aos programas de retorno voluntário ao país de origem.

    Com diversas oportunidades em áreas como tecnologia da informação, engenharia (construção civil), estabelecimentos relacionados a turismo, hotelaria, gastronomia e serviços diversos (inclusive comércios), como em todo processo de seleção e contratação, é preciso levar em conta um determinado período de experiência para que seja efetivado.

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    “Portugal tem vivenciado um dos maiores índices de inflação dos últimos 30 anos, chegando aos 9%. Os valores dos imóveis seguem também uma crescente. Um panorama, nesse sentido, não muito diferente do Brasil. Por isso, deve-se traçar um planejamento financeiro que supra todas as necessidades dentro de um período de seis meses, que é o prazo estabelecido pela nova Lei de Estrangeiros, que concede o visto aos que vêm à procura de trabalho, válido por 120 dias, com possibilidade de renovação para mais 60 dias. O melhor dos mundos é chegar à Portugal com uma oportunidade já garantida e com toda a documentação regularizada para evitar contratempos”, esclarece Dr. Rodrigo Lopes, advogado luso-brasileiro e CEO da DNA Cidadania, assessoria jurídica que atua em processos de nacionalidade portuguesa.

    Oferecendo benefícios como melhor qualidade de vida, acesso a serviços públicos de excelência, segurança, créditos imobiliários a juros baixos, livre acesso aos demais países europeus, e ótimas oportunidades aos que desejam ampliar o conhecimento e qualificação com estudos ou mesmo um emprego definitivo, Rodrigo aponta o processo de requerimento de cidadania como a melhor alternativa aos que desejam se estabelecer no país.

    “O planejamento correto deve ser realizado em ambos os casos, tanto para os que buscam o visto de trabalho, quanto para os que iniciam o processo de dupla cidadania. Entretanto, se o objetivo é se estabelecer de forma definitiva no país, a cidadania portuguesa concede ainda mais benefícios. É possível, por exemplo, estudar em uma das melhores universidades do país, desembolsando mensalidades equivalentes a um quinto do valor cobrado a estrangeiros não nacionalizados. Mais de 10% da população brasileira – cerca de 25 milhões de cidadãos – têm origem portuguesa e podem ter esse direito, vale consultar a possibilidade”, aponta.

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