Você sabe o que é o Great Place To Work?

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Você já deve ter ouvido falar do selo great place to work, também chamado de GPTW ou, em bom português, ótimo lugar para se trabalhar. Você sabe, porém, como este selo é dado, por quem e sob quais condições?

Vamos por partes. O Great Place to Work é uma empresa, fundada pelo jornalista Robert Levering, um especialista em conflitos trabalhistas. A companhia foi criada com o intuito de oferecer consultoria às organizações que desejavam se destacar no mercado e fidelizar os seus funcionários.

Atualmente, o Great Place to Work é um programa de certificação de grande autoridade, presente em dezenas de países. 

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Ele se baseia em uma ideia: a de que quem deve definir se uma empresa é boa para se trabalhar é o próprio funcionário. Assim, o selo é dado às companhias que, após serem avaliadas extensivamente pelos próprios colaboradores, são capazes de atingir uma determinada pontuação.

As notas dadas pelos funcionários, em caráter privado, falam sobre diversos aspectos da companhia, como: remuneração, benefícios corporativos, confiança, transparência, clima organizacional, bem-estar, identificação do funcionário com o local onde ele está… E por aí vai. 

Como conseguir o selo GPTW?

Qualquer companhia é elegível ao selo, independente do seu tamanho ou do local em que esteja. Em solo brasileiro, as melhores empresas para se trabalhar são divulgadas anualmente, por meio de uma parceria com a revista Época Negócios.

Por aqui, as empresas premiadas se dividem em categorias, que são:

  • Multinacional de médio porte;
  • Nacional, que podem ter porte grande, médio ou pequeno;
  • Temático (LGBTQIA+, igualdade de gênero, busca por diversidade racial, etc);
  • Regional (estadual);
  • Setorial.

A premiação é o reconhecimento da empresa perante a sociedade, por meio do oferecimento do selo GPTW e geralmente de um troféu ou similar. As homenagens são feitas em eventos de grande porte, o que aumenta a divulgação do local do ranking em que ocupam as companhias premiadas anualmente.

Pode parecer pouco quando falamos assim, mas não é – pelo contrário! Empresas reconhecidas com o GPTW tendem a receber muita atenção da mídia, mas também contatos de novos investidores, a atenção de grandes talentos, etc. 

Esta é, portanto, uma maneira e tanto de chamar a atenção de quem interessa e de crescer no mercado, além de receber aportes financeiros.

Como é feita a avaliação?

As empresas interessadas devem se inscrever no programa, que abre e fecha em épocas específicas do ano (afinal, a certificação é dada anualmente, como já mencionamos).

Há um custo para participar do processo seletivo. A empresa deve escolher entre um dos três planos existentes – Light, Plus e Premium.

As empresas, então, passam por quatro etapas. Na primeira, é feita uma pesquisa extensa com os funcionários.

Uma vez adquirida a certificação, a empresa deve fornecer dados sobre sua cultura organizacional, práticas de RH, entre outras coisas. Os processos internos, a partir daí, são avaliados pelo Great Place to Work.

Na última fase do programa, há a distribuição de selos para as empresas premiadas e o reconhecimento público das companhias de excelência.

Vale a pena passar por todo esse processo?

De forma simplificada: sim, muito. O prêmio é dado para poucas companhias, o que já faz com que seja interessante. O seu caráter de exclusividade aumenta a notoriedade das empresas perante o mercado, como comentamos em outros parágrafos, atraindo investidores e novos funcionários excepcionais.

Para os que já fazem parte das organizações premiadas, a tendência também é positiva: além de um cotidiano cada vez mais adequado à prática laboral e do aumento da qualidade de vida, ganha-se em autoridade.

Pessoas que fazem parte de empresas líderes em seus setores e reconhecidas pela sua visão tendem a ter currículos mais chamativos, além de portfólios que atraem. Isso faz com que esses profissionais consigam se destacar no mercado e conseguir cada vez mais oportunidades para mostrar as suas ideias e projetos.

O selo GPTW é, como podemos ver, uma forma de beneficiar tanto as companhias quanto os funcionários. 

Por um lado, aumenta-se a autoridade perante a concorrência e a atração de novos talentos. Por outro, cria-se uma cultura organizacional sólida, realmente preocupada em motivar, fazer crescer e cuidar. Não é incomum que, com tudo isso, venham também os benefícios corporativos, altamente competitivos e interessantes.

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