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    Startups se aliaram ao audiovisual para viabilizar entrada na Bolsa de Valores

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    Ao longo dos anos, empresas de tecnologia e startups arrecadaram bilhões de dólares com a entrada na Bolsa de Valores. Hoje, é cada vez mais comum encontrar novos negócios aproveitando o bom desempenho para se fortalecer no mercado. O IPO, do inglês Initial Public Offering, é o período em que uma empresa vende ações pela primeira vez. Segundo o CEO da TRIO, hub global de criação e projetos audiovisuais, Caíto Cyrillo, esse momento é “o ápice” de qualquer negócio e costuma ter um motivo por trás: a forte divulgação e a escolha certa do produto a ser oferecido para os investidores.

    Em 2021, por exemplo, ano recorde de investimentos em startups no Brasil, foram mais de R$ 72,4 milhões de reais colocados em empresas de tecnologia em São Paulo, de acordo com o levantamento feito pela CapTable. Um aumento de 4,5 vezes em relação ao ano anterior, quando o total foi de R$ 16,2 milhões. O IPO é uma fase importante para a empresa. É o momento de aproveitar o sucesso para levantar mais capital e continuar crescendo.

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    Nesta estratégia, as produtoras de audiovisual acabaram se tornando grandes aliadas. “As startups perceberam a importância de ter um bom “storytelling” para seduzir os investidores. Um vídeo bem feito, atraente e com boas histórias mostra aos investidores, de forma rápida e impactante, as vantagens de se investir naquela empresa”, explica o CEO.

    E aí entram as produtoras. Vídeos de 20 a 30 minutos são usados no Road Show, que é quando as empresas são apresentadas aos bancos, investidores e analistas financeiros antes da abertura do capital na Bolsa. Segundo Caíto Cyrillo, a mensagem-chave transmitida pelo vídeo é extremamente importante. “Ela deve deixar clara qual é a missão da marca, abordando os problemas atuais do mercado, o porquê daquela empresa se destacar entre as demais, além das oportunidades disponíveis para quem escolher fazer parte daquele negócio”.

    O CEO da TRIO está otimista para os projetos deste ano, já que 2022 apresenta um horizonte de expectativa de recuperação e otimismo para as empresas, e promete ser um momento de retomada da economia. “O audiovisual pode ajudar em todo esse processo, já que é responsável por oferecer um outro tipo de comunicação, não apenas aquele para envolver e informar, mas também para entreter e trabalhar os sentidos necessários para que o investidor olhe para o negócio como algo que os demais acionistas também irão se identificar”, finaliza.

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