As startups são algumas das companhias que mais estão retendo talentos: não por acaso, visto que o modelo de negócios em questão ficou muito, mas muito popular nos últimos anos.

O Brasil tem a sua cota de startups em atividade – e um número bem significativo de empresas prosperando, diga-se de passagem. Algumas delas, com toda a certeza, você conhece.

Quer saber mais sobre o assunto? Confira o material a seguir!

Startups em destaque no Brasil: conheça

Nossa primeira startup é a Gympass. Em junho de 2019, a companhia recebeu, do Softbank, um aporte de 300 milhões de dólares. Com o investimento gigante, a Gympass começou a fazer parte da seleta lista de unicórnios brasileiros.

Um adendo: utilizamos o termo “unicórnio” para falar sobre as startups que estão avaliadas em mais de um bilhão de reais. A quantidade é modesta, já que se trata de um feito e tanto, mas você ficará surpreso ao conhecer outros nomes que integram a lista.

Retornando: o Gympass foi fundado em 2012 com a missão de auxiliar as pessoas que desejam fazer atividade física em qualquer lugar, mesmo quando estão em viagem. 

A ideia surgiu quando o CEO da empresa, César Carvalho, percebeu que era difícil encontrar academias com preços adequados quando estava em outra cidade ou país.

Surgiu então o Gympass, com a seguinte proposta: enquanto benefício corporativo, permite aos trabalhadores que dividam o valor da mensalidade – que é bem baixa em comparação aos demais serviços do gênero – com os seus empregadores. 

Atualmente, o Gympass está presente em mais de 52 mil academias ao redor do mundo e permite ao usuário que desfrute de cerca de 800 modalidades de atividade física.

Loggi

Oitava startup a se tornar unicórnio por aqui, a Loggi foi criada em 2013 por Fabien Mendez e Arthur Debert. De início, a companhia realizava entregas de documentos com o auxílio de motoboys parceiros; dentro de dois anos, no entanto, adentrou o mundo online.

Nos anos seguintes, fez parcerias com companhias com o Rappi e o Ifood, ganhando uma boa fatia financeira no mercado de delivery de comida.

De acordo com material publicado na Veja, que entrevistou o CEO da empresa, o centro de distribuição da Loggi é muito organizado: assim que o pedido é feito, os algoritmos da startup criam rotas otimizadas, que visam facilitar e tornar mais ágil a entrega.

A Loggi está presente em mais de 36 municípios brasileiros e tem expectativa de aumentar (e muito) a sua área de atuação.

Quinto Andar

De acordo com material publicado no site oficial da marca, o Quinto Andar é, hoje, a maior imobiliária digital do Brasil. 

A ideia é facilitar o processo de aluguel de todas as formas: o inquilino não precisa de fiador; para alugar, basta passar por uma análise de crédito. Caso seja necessário, é possível optar pelo Seguro Fiança.

Para o proprietário, vantagens: a plataforma garante que o aluguel será depositado todo dia 12, sem falta, e oferece 50 mil reais de cobertura de danos ao imóvel, caso estes não sejam corrigidos pelo inquilino ao final do contrato.

A startup nasceu quando dois amigos, Gabriel Braga e André Penha, discutiram sobre os problemas do setor imobiliário brasileiro. Na época, interessante dizer, ambos estudavam na prestigiada Universidade Stanford, na Califórnia.

O assunto rendeu tanto que, em 2012, foi criado o Quinto Andar. A empresa, que teve início na região de Campinas, chegou depressa a São Paulo. Hoje, a expectativa é que, dentro de alguns meses, o serviço possa ser acessado de boa parte do país.

Neon

Vamos finalizar o artigo com a startup brasileira com o maior investimento de 2020.

Em  meados de agosto, a fintech recebeu o aporte de 300 milhões de dólares (o que, hoje, dá cerca de 1,6 bilhão de reais). O investimento, realizado por gigantes como a General Atlantic, a BlackRock, a Vulcan Capital e o PayPal Ventures, foi realizado em duas etapas de R$800 milhões.

Trata-se de um dos maiores investimentos já recebidos por fintechs nacionais. Na frente da Neon, estão apenas o Nubank, que recebeu 400 milhões de dólares no ano passado, e a Creditas, cujo aporte foi de 231 milhões de dólares, também em 2019.

Há menos de um ano, vale lembrar, a Neon recebeu outro aporte de 400 milhões, o qual foi responsável pela expansão da fintech, que parou de atuar apenas no eixo Rio de Janeiro-São Paulo.

Espera-se que a plataforma, que possui mais de nove milhões de usuários, crie novos produtos e serviços não apenas para pessoas físicas, mas para pessoas jurídicas (MEIs, em outras palavras).

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