terça-feira , 5 março 2024
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Tecnologia de registros distribuídos: logística no mercado

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Registros distribuídos são sistemas de armazenamento de dados que operam em redes descentralizadas. Recebem esse nome porque não dependem de um único local centralizado, como um servidor.

Na verdade, são espalhados por diversos nós ou dispositivos conectados à rede, e essa descentralização traz benefícios para a segurança, confiabilidade e transparência.

Cada nó em uma rede distribuída possui uma cópia idêntica do registro e é atualizado simultaneamente ao passo que novas informações são adicionadas.

Isso acaba gerando um consenso em tempo real entre os participantes da rede e elimina a necessidade de uma autoridade central para validar as transações.

Um bom exemplo de registro distribuído é a tecnologia blockchain, que atualmente é muito usada devido à sua aplicação em criptomoedas como o Bitcoin.

No blockchain, cada bloco de dados trabalha com um registro de transações e uma referência ao bloco anterior, fazendo com que a cadeia seja inalterável e transparente.

A descentralização dos registros distribuídos traz resistência a falhas, uma vez que não existe um ponto único de falha na rede. Sua característica transparente e imutável aumenta a confiança entre os usuários e pode ser aplicada em várias áreas.

Uma delas é a logística, por isso, este artigo vai mostrar como acontece seu funcionamento, quais são as diferenças e semelhanças entre DLT e blockchain, quais são as possíveis aplicações e como os avanços estão transformando a logística.

Como funcionam os registros distribuídos?

A tecnologia de registros distribuídos funciona por meio de uma rede descentralizada de computadores ou nós, e cada participante mantém uma cópia idêntica do registro.

É uma abordagem inovadora que ajuda a superar desafios relacionados à centralização de dados e que traz mais segurança, transparência e resistência às falhas.

Uma empresa de controlador de acesso noturno que utiliza recursos com blockchain, utiliza registros agrupados em blocos e cada um contém um conjunto de transações.

O grande diferencial do blockchain está na ligação entre esses blocos que formam uma cadeia contínua e imutável.

Cada blockchain ajuda a manter uma cópia completa do blockchain e ainda garante que todas as cópias estejam sincronizadas.

O consenso é muito importante, pois diferentes métodos são empregados para garantir que todos os participantes concordem sobre o estado atual do registro.

No caso do blockchain, o consenso é alcançado por meio de algoritmos de consenso, como o Proof of Work (PoW) ou o Proof of Stake (PoS). Eles exigem esforços computacionais ou posse de ativos para validar as transações.

A descentralização traz diversos benefícios, por exemplo, ajuda a eliminar pontos únicos de falha ou torna a rede mais resistente a ataques ou falhas em um único nó.

Uma empresa de manutenção de portão de garagem pode operar com recursos transparentes, em que todos os participantes têm acesso a uma cópia idêntica do registro.

A imortalidade dos registros distribuídos impede a alteração indevida das informações, o que aumenta ainda mais a confiança entre os participantes.

É uma aplicação que pode ser usada em várias áreas, indo desde criptomoedas e contratos inteligentes até cadeias de suprimentos e votação eletrônica.

Por proporcionar uma abordagem mais segura e transparente para a gestão de dados, os registros distribuídos também representam uma evolução na forma como as informações são armazenadas e compartilhadas em ambientes descentralizados.

Diferenças e semelhanças entre DLT e blockchain

A tecnologia DLT e o blockchain compartilham semelhanças por conta de sua abordagem descentralizada para o armazenamento de dados.

Uma de suas características em comum é a descentralização, pois tanto um quanto outro são concebidos para operar em redes descentralizadas e assim eliminar a necessidade de uma autoridade central para validar as transações.

Cada participante na rede possui uma cópia do registro, o que promove transparência e resistência a falhas.

Essas tecnologias também priorizam a imortalidade dos dados, pois quando a transação é registrada, fica mais difícil ou impossível alterá-la retroativamente, e isso garante a integridade ao longo do tempo.

Além do mais, tanto a DLT quanto o blockchain, precisam de métodos de consenso distribuídos para garantir que todos os participantes concordem com o estado atual do registro.

Para uma empresa de locação de notebook pessoa física, isso é muito importante para manter a consistência entre as cópias distribuídas do ledger. Mas o blockchain e o DLT também possuem suas diferenças, e entre as principais estão:

  • Escopo de aplicação;
  • Arquitetura;
  • Flexibilidade e eficiência;
  • Controle e acesso.

O blockchain é um tipo específico de DLT, pois enquanto o DLT é um termo mais amplo e que envolve várias arquiteturas, o blockchain é mais associado às criptomoedas, como o Bitcoin e o Ethereum.

Por outro lado, o DLT pode ser aplicado em contextos mais amplos, como registros distribuídos que nem sempre utilizam blocos encadeados.

O blockchain também tem como característica uma estrutura linear de blocos encadeados, e cada bloco apresenta um conjunto de transações e uma referência ao bloco anterior.

Já o DLT pode adotar diferentes arquiteturas, como gráficos acíclicos direcionados (DAGs) e registros lineares.

Para uma empresa especializada em inclusão caminhão ANTT, o DLT possui uma natureza abrangente que pode ser mais flexível no que diz respeito à escalabilidade e eficiência, o que permite diferentes formas de consenso e estruturas de dados.

Por outro lado, o blockchain pode apresentar alguns desafios relacionados à escalabilidade, por conta de sua estrutura linear.

Em algumas implementações de DLT, é possível ter um controle granular sobre quem pode acessar e participar da rede, porém, muitas blockchains públicas possuem acesso aberto.

Tanto uma quanto a outra apresentam variedades de implementações, e a escolha entre elas vai depender dos requisitos específicos da aplicação e das considerações sobre escalabilidade, controle e eficiência.

Aplicações de blockchain e DLT

O blockchain e o DLT possuem diversas aplicações em diferentes setores, por exemplo, o blockchain está presente nas criptomoedas adquiridas por uma empresa de conserto dobradiça notebook Dell.

O uso mais conhecido é dessa forma, pois essa tecnologia serve como um registro transparente e imutável das transações financeiras.

Mas ela também pode ser aplicada na execução automática de contratos inteligentes, códigos autoexecutáveis e outros recursos que facilitam e automatizam os acordos contratuais.

Na cadeia de suprimentos, ela é muito usada para que as empresas possam monitorar e autenticar os produtos em tempo real, além disso, as empresas podem fazer uso do setor financeiro.

Isso porque essa tecnologia facilita as transações internacionais e simplifica processos de liquidação e compensação.

Já o DLT pode ser usado na aplicação em gestão de identidade, pois oferece soluções seguras e descentralizadas que protegem os dados pessoais.

O médico que cuida dos funcionários de uma empresa de barramentos de cobre para quadros elétricos pode usar essa tecnologia para obter registros médicos descentralizados e poder compartilhar informações com segurança.

Sua presença também é muito comum no rastreamento da produção e distribuição de energia renovável, com o propósito de garantir transparência e eficiência nas redes descentralizadas.

É interessante implementar em sistemas de votação eletrônica para garantir a segurança dos votos, bem como sua integridade e transparência durante os processos eleitorais.

O impacto dos avanços tecnológicos

Os avanços tecnológicos estão trazendo muitas transformações na logística, pois conseguem otimizar as operações, aumentar a eficiência e melhorar a visibilidade da cadeia de suprimentos.

O uso de tecnologias emergentes, como a internet das coisas, a inteligência artificial e a análise de dados, está mudando completamente a maneira como um fabricante de rastreador veicular secreto gerencia suas operações logísticas.

Enquanto isso, a Internet das Coisas (IoT) possibilita se conectar com dispositivos e sensores na cadeia de suprimentos, para monitorar em tempo real as mercadorias, veículos e condições ambientais.

A inteligência artificial tem um papel muito importante na análise preditiva, pois consegue otimizar rotas e alocar recursos que vão contribuir para uma tomada de decisões inteligente e eficiente.

A análise de dados traz informações valiosas, ajuda a identificar padrões e mostra quais são as oportunidades de melhoria.

Para um fabricante de estação de escritório, a automação de processos logísticos, como embalagem, armazenagem e transporte, traz mais eficiência operacional.

Sem falar que a implementação de sistemas de gerenciamento de armazéns e soluções de rastreamento avançadas ajudam a aprimorar a visibilidade da cadeia de suprimentos, reduzem riscos e melhoram a capacidade de respostas a mudanças.

São inovações tecnológicas que estão mudando a logística, fazendo com que seja mais ágil, transparente e adaptável.

Considerações finais

Os avanços tecnológicos impulsionam a logística para uma era de eficiência e visibilidade que até então era desconhecida.

Combinar internet das coisas, inteligência artificial, análise de dados, blockchain e DLT traz diversas facilidades para a gestão da cadeia de suprimentos e aumenta a eficiência operacional.

Ao passo que a automação e a conectividade evoluem, a logística vai além de um elemento facilitador para se tornar diferencial estratégico em um ambiente globalizado e dinâmico.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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