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    Acidentes de trabalho crescem 30% no Brasil

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    O número de acidentes de trabalho disparou no Brasil, segundo dados divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho). Foram registrados 571 mil casos e 2.487 mortes associadas ao exercício profissional em 2021. O volume é 30% maior que o registrado no ano anterior. Segundo o especialista Alex Araújo, o resultado acende um sinal de alerta nas empresas.

    Os números colocam o Brasil como quarto colocado no ranking mundial de mortes em empregos formais, atrás apenas da China, Índia e Indonésia. De acordo com o levantamento, em todo mundo, uma pessoa morre a cada 15 segundos em decorrência de acidentes de trabalho. “Esse é um resultado muito ruim para o Brasil e deve ser observado com atenção”, afirma Araujo, que é CEO da 4Life Prime, uma das maiores empresas de saúde ocupacional do país.

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    Segundo o especialista, há uma ampla legislação hoje no Brasil relacionada à segurança do trabalho. “São normas regulamentadoras que tratam em detalhes os mais variados riscos do exercício profissional. É fundamental que as empresas estejam atentas a elas para que os acidentes sejam evitados. Um ambiente seguro de trabalho é bom tanto para a empresa, que tem menos afastamentos, quanto para o colaborador, que têm sua integridade física preservada.”

    Araujo explica que os acidentes podem decorrer de diferentes fatores, como riscos químicos, físicos e, até mesmo, pela sobrecarga emocional. “Muitas empresas contam hoje com engenheiros e técnicos de segurança do trabalho que fazem o monitoramento periódico dos ambientes de trabalho, avaliando os riscos, verificando as condições de trabalho e desenvolvendo planos para reduzir acidentes”, explica.

    As empresas devem humanizar suas relações de trabalho, privilegiando a harmonia entre o exercício profissional com a saúde e a vida pessoal dos colaboradores. Só assim é possível entender as dores e as dificuldades do seu time. A saúde ocupacional exerce um papel importante nesse sentido, com a disponibilização de palestras e treinamentos, exames laboratoriais, atendimento médico e campanhas de vacinação”, explica Araujo.

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