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    Entenda para que servem e como funcionam os fundos de criptomoedas

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    Não é de agora que os ativos digitais, também conhecidos como criptomoedas, vêm ganhando o mercado de ações. Os Bitcoins, que seriam a variação mais popular e rentável, passaram a ser valorizados de forma repentina, e hoje atingem valores muito acima do que se poderia imaginar há alguns anos. Por esse motivo, investir em criptomoedas é algo muito atrativo, mas que ao mesmo tempo assusta os investidores mais conservadores, devido a falta de regulação e alta volatilidade deste setor.

    Atualmente, uma única unidade de um ativo digital bem cotado fica na casa das centenas de milhares, então é um investimento que acaba saindo da realidade de muitos investidores que não dispõem de tanto patrimônio. A boa notícia é que existem alternativas mais seguras para se investir nesses ativos, e uma delas é o fundo de criptomoedas, um tipo de investimento coletivo que reúne recursos de pessoas físicas e jurídicas.

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    O tipo de fundo pode variar entre renda fixa ou variável, mas todos funcionam da mesma forma: o valor total, acumulado dos investimentos de todos os investidores, é alocado em um ou mais tipos de criptomoedas, que geralmente já são definidos previamente (no Brasil, por exemplo, as mais comuns são Bitcoins e Ethereum). Os ganhos são divididos entre todos, de acordo com o lucro gerado por cada ativo e a quantia investida individualmente.

    Como as criptomoedas ainda não são regularizadas no Brasil, os fundos seriam a única forma de investir em ativos sem sair do ambiente regulado, o que também oferece mais segurança ao investidor. Nesse caso, ele não está comprando a moeda em si, mas uma cota de aplicação coletiva, sendo que até o momento todos são fundos multimercado que investem em criptomoedas no exterior.

    Um investidor individual pode aplicar até 20% do seu patrimônio em exposição, e os outros 80% devem ser obrigatoriamente aplicados em renda fixa. Já para investidores qualificados (R$ 1 milhão ou mais investidos) ou profissionais (R$ 10 milhões ou mais) a exposição pode variar de 40% a 100%, dependendo do patrimônio disponível para investimentos.

    A gestão pode ser ativa ou passiva. A ativa foca em superar a rentabilidade de algum índice determinado pelo próprio investidor, podendo ser o CDI, por exemplo. Já a passiva busca apenas replicar os números do índice escolhido, sem estratégias para lucrar mais que o esperado.

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