Investidores são buscam só dinheiro na hora de investir

Conheça os novos princípios da ESG que valorizam a sua empresa

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Depois das revoluções industriais, é inegável o altíssimo aumento que tivemos na emissão de gases poluentes na atmosfera. Não só isso, a alta na devastação de árvores e florestas, as estressantes grandes cargas horárias de trabalho e a desvalorização de profissionais começou a ficar aparente depois da globalização.Mesmo tardando, agora, no século XXI, começam a surgir preocupações relevantes com relação a essas explorações, sejam elas da natureza ou social com relação aos profissionais e clientes. Carregando mais de 30 anos de experiência na área de coordenação de economia de bancos, como o Citibank S/A, a economista Penha Pereira afirma que “Atualmente, todas as ações que as empresas tomam para si, desempenham alguma consequência, seja ela boa ou ruim. Essas, são constantemente verificadas pelos investidores, que hoje em dia não se preocupam somente com o dinheiro na hora de investir, mas também com as responsabilidades sociais que a empresa adota.”

Essa mudança de comportamento que ocorreu no modo de visualizar um bom empreendimento em determinadas empresas, agora, depois de se famigerar, ficou conhecida com ESG – Environment, Social and  Governance. Traduzidos para o português, a sigla representa os três princípios que uma empresa que deseja atrair mais investidores deve adotar, são eles: Ambiental, social e governamental.

Para entender cada um deles, Penha Pereira explica que “Essa sigla vem sendo indispensável para empreendimentos que desejam a sustentabilidade e longevidade de suas operações. Para empresas que visam o crescimento, não são mais toleráveis atitudes de indiferença e irresponsabilidade relacionadas à ética, à natureza e à gestão.” Na sigla, também conhecida por ASG aqui no Brasil, quando se fala de responsabilidade ambiental, podemos listar, por exemplo a Apple, que anunciou em julho de 2020 que vai neutralizar toda sua emissão de carbono até 2030. Não só ela, se pode dizer também sobre a Microsoft, que prometeu acabar com o CO² na sua produção até 2030.

A respeito das outras letras da sigla, relembramos os 2 seguintes princípios: Social e Governança. Quanto ao social, a empresa deve se atentar aos modelos de tratamento que se tem com os profissionais, colaboradores e clientes. Sempre priorizando o bem-estar destes, a empresa deve respeitar os seus direitos, a segurança no trabalho e ainda contribuir com benfeitorias na comunidade. Já ao que se refere à governança, os investidores esperam uma gestão que seja clara e transparente com os seus acionistas e representantes, de modo a priorizar a ética e a moral.

Ao adotar esses princípios, a instituição se beneficia através de uma série de vantagens. De acordo com Penha Pereira, economista, as de maior destaque se podem dizer “O desenvolvimento de um nome forte e confiável entre a comunidade local e internacional, chegando a ser até uma referência de negócios e ações comunitárias; a geração de valor de mercado para a empresa, aumentando sua receita e o interesse de investidores por serem associados de seu patrimônio; criação de oportunidades de desenvolvimento de novos negócios pelo posicionamento ético; desenvolvimento e retenção de seus recursos humanos, percebendo a convergência de seus valores pessoais com os de sua Instituição, seus colaboradores são estimulados a se desenvolverem e agirem como empreendedores em suas áreas de atuação, disseminando boas práticas profissionais, criando e transmitindo conhecimentos e desta forma se auto desenvolvendo e gerando valor para outras pessoas.”

Desse modo, se você estiver disposto a assumir as responsabilidades que permitem a sua evolução como empresa e profissional, aplique a ESG e perceba não só a melhora de capital de lucro, mas também de referência de ética no mercado.

Penha Pereira

Economista, Master Coach e gestora de carreira

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