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    Proteção para celular: vale o investimento?

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    * Por Tatiany Martins, Diretora Comercial da Pitzi

    Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, o celular se tornou uma ferramenta indispensável para trabalho, estudo, transações financeiras, comunicação ou lazer. Por isso, sabemos da sua importância e do cuidado que devemos ter, principalmente por conta do alto preço de um aparelho novo.

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    A boa notícia é que já existem sistemas avançados para proteger seu telefone de forma eficiente e sem a necessidade de investimentos expressivos. Assim como os seguros de vida ou de carro, o seguro para celular corresponde a uma apólice especializada em cobrir o custo de substituição ou reparo de um smartphone. Isso vale para situações de perda, roubo ou danificação do aparelho.

    No Brasil, mais de um celular é roubado por minuto; 47% dos brasileiros já passaram por essa situação – 38% da população mais de uma vez. Os modelos mais roubados são Android (80%) e iPhone (20%). Sobre danos físicos, mais da metade dos aparelhos sofrem acidentes no primeiro ano de uso. Entre os principais problemas apresentados pelos consumidores, a quebra de tela encabeça o ranking. Mesmo com índices alarmantes, somente 15% da população possui seguro de celular.

    A contratação de um plano de proteção pode ser a salvação de alguém em momentos de imprevistos, como furto, assalto ou até mesmo quando o aparelho simplesmente para de funcionar de uma hora para a outra.

    O serviço de proteção engloba o seguro do dispositivo, arquivos, informações pessoais e bancárias. Tem se tornado uma opção cada vez mais aderida para evitar gastos com conserto ou troca de aparelho. Hoje, existem planos com possibilidade de proteção para danos físicos e técnicos, quebra de tela, roubo e furto qualificado, furto simples e perda. A cobertura pode ser parcial ou total.

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    É muito importante comparar os planos entre as seguradoras e entender o que está incluído ou não, bem como as vantagens e desvantagens de cada um. Por exemplo, muitos seguros para celular não cobrem casos de furto simples – quando o aparelho é levado sem ameaça ao dono. Para evitar constrangimentos, leia sempre o contrato.

    Pensando no custo-benefício, o valor gasto nas mensalidades ou na totalidade do seguro, na maioria das vezes, é inferior ao que seria gasto na aquisição, troca ou conserto. Dessa maneira, ao contratar o seguro, você economiza e reduz custos em relação a possíveis imprevistos.

    Na hora de escolher o fornecedor, é importante ainda entender a sua necessidade e quais serviços são disponibilizados no pacote. Assim, você decide o que se encaixa melhor na sua rotina e como essa segurança pode te ajudar no dia a dia. Outra dica é buscar empresas especializadas nesse serviço e que garantam as transações com alto nível de segurança. Um adicional é a possibilidade de assistência com garantia de qualidade.

    Hoje, no Brasil, existem 207 milhões de habitantes e 220 milhões de aparelhos ativos. Em um cenário onde há mais smartphones do que pessoas, estar seguro e sentir que seus bens também não correm riscos é algo valioso. Caso algo aconteça, ter total cobertura pode ser sinônimo de bem-estar psicológico e financeiro.

    Leia também: Mini, Pro e Pro Max: quais as diferenças destes modelos de iPhone?

    * Tatiany Martins é Diretora Comercial da Pitzi, pioneira em proteção de celular no Brasil e consolidada no mercado nacional – e-mail: [email protected] 

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