Atitude e coragem para vencer a crise gerada pela pandemia

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Diante do isolamento e da quase paralisação da economia em razão do coronavírus, empresária busca soluções criativas para seguir faturando

 

A crise gerada pelo coronavírus atingiu em cheio a economia mundial. Em todo o planeta, empresários contabilizam perdas imensuráveis desde o começo da pandemia.

Para tentar manter algum nível de faturamento, empreendedores estão partindo para a ação e inovando na forma de expor seus produtos e serviços e, por consequência, no modo de fazer negócios. Confira a seguir a história da empresária que inovou para seguir faturando mesmo durante a crise.

A economista Mariana Sampaio, 33 anos, franqueada da Casa do Construtor, afirma que, no começo da pandemia, foi tomada pelo medo. Mas, em seguida, conseguiu coragem para buscar algum faturamento, mesmo diante da crise. “Quando tudo começou, com a quarentena surgiram muitas dúvidas, e eu tive muito medo. E, quando disseram que todo mundo queria ficar em casa, mas a construção civil seria um dos setores essenciais, comecei a viver com a loja através de mídia, de indicações tanto pessoal quanto comercial, fachadas e Google Ads.”

Além disso, ela investiu nas redes sociais, como Instagram e Facebook, e manteve a verba prevista investimentos no Google antes da pandemia. O resultado desta ação midiática foi um aumento de cerca de 10% nas vendas, com uma base de clientes ampliada. “Nessa crise, tive que ficar em casa com a minha filha de três anos. Então, não podia ir para a loja, mas de casa eu utilizei as minhas estratégias e todo meu conhecimento para continuar monitorando e dando suporte para minha equipe.”

 

“Percebi que precisava ofertar os meus serviços de uma forma diferente e passei a ver na rede social esse potencial. Porque as pessoas vão ficar nas redes sociais.Eelas vão ficar em casa com o tempo ocioso e vão querer fazer coisas”, projetou Mariana. “Eu vi por mim mesma. Fiquei em casa e, algumas coisas que não me incomodavam antes, porque eu não ficava tanto em casa, passaram a me incomodar, e eu queria arrumar. Mas, numa pandemia, ninguém quer um profissional dentro de casa, para evitar o risco de infecção. Então, decidi que iria fazer eu mesma. Então, passei a oferecer os nossos serviços, principalmente equipamentos de limpeza nas redes sociais. Eu mesma crio as campanhas, eu mesma respondo os clientes e eu mesma direcionava para as lojas.”

Mariana também procurou responder de forma ágil aos pedidos de clientes. “As pessoas estão muito interessadas em respostas rápidas. E isso foi primordial, esse atendimento rápido. Então, eu preferi que as pessoas entrassem em contato comigo. Agora, eu já estou pensando em fazer outros tipos de direcionamento, como e-mail marketing e alguns ebook, porque alguns clientes me passaram que gostariam de orientações para o faça você mesmo”, revela a empresária. “Outra coisa bacana que fiz foi mandar SMS de aniversário para os clientes. S gente sempre mandava ofertando 10% de desconto no mês que a pessoa fazia aniversário e eu mudei agora a estratégia porque não estava dando retorno esses 10%. Então, eu só mandei um parabéns e um texto de que vai ficar tudo bem, dando uma esperança e eu senti que os clientes ficaram mais felizes ainda.”

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