Como a Shopee tem ajudado micro e pequenos empreendedores a se digitalizar na pandemia

O marketplace tem sido uma plataforma importante para a geração de renda extra de quem se viu atingido pela crise e expansão de pequenos negócios

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A crise trazida pela pandemia de Covid-19 afetou diversos setores e não é difícil encontrar pessoas que perderam o emprego ou tiveram o salário reduzido. Neste cenário, muitos viram na crise a oportunidade de empreender para tentar complementar a renda ou até mesmo obter uma fonte de renda principal. A Shopee, plataforma de e-commerce que mais cresce no Brasil, teve uma grande contribuição no surgimento e crescimento de muitos micro e pequenos empreendedores neste período.

Com o distanciamento social, a internet foi a grande propulsora para quem resolveu começar o próprio negócio em 2020 e os marketplaces foram os protagonistas para quem quis começar a vender algum produto. Em julho de 2020, a Shopee abriu cadastro para que vendedores locais passassem a comercializar seus produtos através da plataforma, dividindo o espaço com vendedores internacionais.

Giselle Cristina de Souza, de São Paulo, foi uma dessas pessoas. Em julho do ano passado ela decidiu começar a vender roupas infantis através da internet para complementar a renda e conseguir pagar as parcelas do financiamento de um imóvel. Seus principais canais de venda eram o Facebook e o Instagram. Em dezembro, ao ver uma amiga comprando produtos na Shopee através de vendedores locais, resolveu cadastrar sua loja Q’Fofura Kids e logo no primeiro dia já começou a vender. “Eu senti muita diferença, antes fazia uma média de 4 a 5 postagens no correio por semana, já na segunda semana em que comecei a vender na Shopee eu fiz 21 envios”, conta.

Os compradores, que antes ficavam restritos a amigos e familiares, agora estão espalhados pelo Brasil. Ela conta que vende muito principalmente para o Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais e, além disso, também viu desaparecer o estoque parado. “Eu tinha peças que não vendiam, na Shopee eu consegui vender todo o estoque e ainda tive que pedir reposição”, diz a vendedora.

A escolha de um marketplace como a Shopee traz uma série de vantagens tanto para quem já tem alguma experiência em venda online quanto para quem está começando. A 9ª edição da pesquisa “O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios”, feita pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, mostrou que 7 em cada 10 empresas vendem através da internet, mas apenas 23% vende por um site próprio.

“Para vender na Shopee, por exemplo, basta ter um computador ou celular e acesso à internet para tirar fotos dos produtos e colocá-los na plataforma. É um processo muito simples e seguro, e que garante uma visibilidade que dificilmente seria possível para quem está começando a empreender agora ou para quem usa apenas outros canais, como Instagram e Whatsapp”, afirma Felipe Feistler, Gerente de Negócios da Shopee Brasil.

Além de praticidade e visibilidade, na Shopee o vendedor também tem acesso a suporte de vendas e a possibilidade de oferecer vantagens para os clientes, como cupons de frete grátis e de desconto, além de diferentes formas de pagamento.

A praticidade foi o que também chamou a atenção de Isadelia Figueredo da Cunha, de Fortaleza (CE), na hora de se cadastrar como vendedora na plataforma. Ela começou a vender roupas usadas através da sua loja Dibrecho para conseguir renda após ser afastada do trabalho. “Eu já tinha cadastro na Shopee como cliente, já conhecia e sabia como funcionava, resolvi tentar por lá e deu certo. Eu não tinha essa visão de empreender e depois que comecei a vender na Shopee aprendi muito”, conta Isadelia.

A ideia de contornar a crise através do empreendedorismo e o apoio de uma plataforma como a Shopee têm sido a solução para muitas pessoas, e o que inicialmente era temporário ou uma maneira de complementar a renda, começa a se transformar na vontade de ter um negócio próprio. Um negócio que já nasce com vantagens, já que micro e pequenas empresas assim já nascem no digital e não precisam passar por adaptações que quem já tinha uma loja física precisa enfrentar.

Isadelia, que inicialmente vendia apenas roupas usadas e hoje já consegue oferecer produtos novos também, diz que pretende abrir sua loja física mas vai continuar vendendo na Shopee, e Giselle, que atualmente trabalha no setor administrativo de um escritório jurídico, afirma que a ideia é que daqui a algum tempo consiga se dedicar inteiramente a própria loja.

Se você pensa em empreender, acesse https://shopee.com.br/m/venda-online-na-shopee  para criar sua conta e começar a vender na Shopee.

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